É uma das regiões mais prósperas do país, já que conta com magníficas terras produtivas e variados destinos turísticos. Planícies, serras, mar, rios e lagunas formam parte de sua geografia, que se alterna entre cidades e zonas rurais.
A Província de Buenos Aires está conformada por 134 municípios e tem como capital a cidade de La Plata. Sua superfície é de 307.571 km², que representam 8,2 % do total do país. Sua população é de 15 milhões de habitantes, convertendo-se na província mais povoada da Argentina. Faz divisa ao norte com as províncias de Entre Ríos e Santa Fe, ao sul, e ao leste com o Mar Argentino, ao nordeste com a Cidade de Buenos Aires e o Rio da Prata e ao oeste com as províncias de Córdoba, La Pampa e Río Negro.
História
No dia 16 de fevereiro de 1820, esta área se constituiu em entidade política autônoma, proclamando-se Manuel de Sarratea como seu primeiro governador. Em 1880, o Presidente da Nação, Nicolás Avellaneda designou a Cidade de Buenos Aires como a capital da República Argentina, separando-se, finalmente, da província que leva o mesmo nome. No dia 19 de novembro de 1882, o Governador da Província de Buenos Aires, Dardo Rocha, fundou a cidade de La Plata, declarando-a capital provincial.
Cultura
La Plata, capital da Província, alberga um sem-fim de atividades culturais, já que conta com numerosos museus, teatros e edifícios históricos. Também é conhecida por sua arraigada tradição universitária: a Universidade Nacional de La Plata é uma das mais importantes do país e convoca estudantes de todo o país para estudarem em suas salas de aula. Esta característica outorga à cidade um ritmo juvenil, com uma variada oferta cultural.
Em La Plata Você pode visitar o Museu de Ciências Naturais, que foi fundado em 1888 e reúne, atualmente, várias das coleções científicas mais importantes da América Latina, como por exemplo seus grandes mamíferos fósseis pampeanos. O Centro Cultural Passagem Dardo Rocha, o Museu de Arte Contemporânea Latino-americana (MACLA) e o Teatro Argentino de La Plata são outros emblemas da cultura platense. Em San Antonio de Areco, ao norte da província, todos os meses de novembro se realiza, a Festa da Tradição, uma popular celebração crioula da província. O evento tem como protagonista a rica cultura campestre, já que se organizam reuniões com violonistas, competições de destrezas crioulas, desfile de tropilhas e fogões crioulos. Todos os anos se realiza o Festival Internacional de Cinema de Mar del Plata. Numerosos cineastas e atores argentinos e estrangeiros participam deste importante evento, onde se projetam filmes de ficção, documentários e experimentais de todas as partes do mundo.
Sua economia
A Província conta com terras muito férteis, utilizadas especialmente para a atividade agrícola e pecuária; ambas são consideradas um dos pilares da economia nacional, já que sua produção ocupa um lugar preponderante no mercado mundial. Em seus campos se cultiva, principalmente, trigo, soja, batata, milho e girassol. A respeito da pecuária, a produção bovina prevalece sobre as restantes, constituindo-se em uma das atividades mais rendadas da província. Uma grande porcentagem dos cultivos e a excelente carne exportada às diferentes partes do mundo provém, atualmente, de suas prósperas cidades, convertendo a província em uma região fundamental para a economia da Argentina.
A atividade industrial também se inscreve na tradição econômica da Província. Concentra o maior número de estabelecimentos do país, já que em seu território estão situados diversos pólos industriais e tecnológicos. Neste sentido, suas numerosas indústrias estão situadas, por motivos estratégicos, nas cidades mais próximas da Cidade de Buenos Aires. Avellaneda, La Plata, Escobar, Campana, Zárate e Pilar são algumas das cidades industriais da região. Também, há lugares como Mar del Plata e Bahía Blanca que estão mais afastados, mas que igualmente se caracterizam por sua intensa atividade industrial. As indústrias compreendem as mais variadas áreas e ramos: siderurgia, leve, têxtil, petroquímica, pesqueira, etc.
Atrações turísticas
Mar del Plata
É o destino turístico mais tradicional da Costa Atlântica. Entre seus inumeráveis atrativos estão suas praias, o cassino, o farol, suas ruas pitorescas e uma ampla oferta hoteleira, que a convertem, ano a ano, na cidade mais visitada pelos turistas.
Serras
Em direção ao sul, uma linda paisagem de planícies dá passo às serras de Tandil e de la Ventana. A zona se apresenta como o lugar ideal para acampar e a praticar turismo-aventura, como o trekking, mountain bike, parapente, andar a cavalo ou escalamento.
Costa Atlântica
Compreende várias cidades balneárias com extensas praias. Encostada no Oceano Atlântico, recebe durante o verão, turistas provenientes de outras partes do país e visitantes estrangeiros, que viajam para o lugar atraído por suas agradáveis temperaturas e seu majestoso mar. Pinamar, Villa Gesell e San Bernardo são algumas das cidades mais importantes.
Tigre e o Delta
A 32 Km ao norte da Cidade de Buenos Aires está o Município de Tigre que, junto ao de San Fernando, possui um dos destinos turísticos mais tradicionais do país: as ilhas do Delta. Rodeada pelas águas do Rio da Prata e o Paraná, a zona conta com milhares de ilhas, caracterizadas por seus pitorescos cais, moradias e atividades como pesca, esportes aquáticos e navegação.
Campos e Planícies
A melhor opção para conhecer os extensos campos que caracterizam esta província é fazer turismo rural: uma excursão de dia de campo permite aos turistas visitar e percorrer as tradicionais estâncias coloniais e degustar um churrasco bem crioulo. Luján, San Antonio de Areco, Mercedes, Cañuelas, Capilla del Señor e Chascomús são algumas das belas e prósperas cidades recomendadas.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
martes, 1 de junio de 2010
Cidade de Buenos Aires, porta de entrada ao país.
A paixão que desperta a capital argentina transcende seus limites e não distingue bandeiras, atraindo turistas de todas as partes do mundo. Percorrer suas ruas constitui uma experiência reveladora de sua cultura e identidade.
Quando ir:
Ao longo do ano, tal como as suas muitas atracções e da sua vasta gama de hotéis Buenos Aires fazer uma cidade pronta para receber turistas em qualquer época do ano.
Clima:
É ameno durante todo o ano, com verões quentes, invernos frios e uma temperatura média anual de 18 º C. As estações do ano são húmidas outono e primavera.
Como chegar:
De avião: Vôos de todas as grandes cidades do mundo para o aeroporto internacional, Ezeiza Ministro Pistarini, de cabotagem e os voos para Aeroparque Jorge Newbery.
Buenos Aires é a capital da República Argentina e sua superfície é de 203 km². Seus limites naturais são o Rio da Prata e o Riachuelo, respectivamente ao leste e ao sul da cidade; a parte restante de sua periferia está rodeada -de norte a oeste- pela imensa Av. General Paz. Atualmente, conta com uma população de aproximadamente três milhões de habitantes, convertendo-se em um dos centros urbanos cosmopolitas mais importantes da América Latina. Com o recente reconhecimento de Puerto Madero e Parque Chas; Buenos Aires conta oficialmente com 48 bairros.
História da cidade
Buenos Aires foi fundada no dia 3 de fevereiro de 1536 pelo espanhol Pedro de Mendoza, sob o nome de Nuestra Señora del Buen Ayre, em homenagem à virgem dos navegantes. Em 1541 foi completamente destruída e não houve vestígios do forte original. No dia 11 de junho de 1580 Juan Garay, no comando de uma expedição de cem homens provenientes de Assunção, re-fundou a cidade com o nome de Santíssima Trindade e Porto de Nossa Senhora dos Buenos Ayres. Diferente da primeira fundação, a segunda se realizou em terrenos elevados, pelo qual estima-se que se realizou nas proximidades da atual Praça de Maio. A saída ao Oceano Atlântico, as águas pouco profundas -que impediam o fácil desembarque de naves inimigas- e as barrancas próximas do Rio da Prata foram, entre outras, as razões da coroa espanhola para a criação de um assentamento definitivo na região. Com o passar do tempo, a intensa atividade comercial de seu porto impulsionou seu crescimento, convertendo-se em 1776, na capital do Vice-reinado do Rio da Prata.
Até 1810, Buenos Aires esteve sob o domínio da coroa espanhola, obtendo finalmente sua independência – no âmbito da soberania nacional – no ano de 1816. Em meados do século XIX, Buenos Aires se converteu em destino de diversas correntes imigratórias européias, que chegavam à procura de prosperidade. Finalmente, em 1880, Buenos Aires foi declarada Capital Federal da República Argentina pelo presidente Nicolás Avellaneda.
Sua economia
É a sede financeira e da bolsa de valores mais importante da Argentina. Conta com o principal porto da nação que, desde sua construção no final do século XIX, constitui uma verdadeira janela ao mundo. Buenos Aires, atualmente, é considerada uma das cidades mais prósperas da América Latina, atraindo a atenção de investidores estrangeiros. Ano trás ano se organizam importantes encontros de negócios, congressos empresariais, exposições e feiras comerciais, que contam com um grande poder de convocação. Nos últimos anos foi notória a chegada de marcas internacionais, que encontram aqui o lugar ideal para seu crescimento econômico. Buenos Aires conta com uma ampla tradição comercial graças a seus numerosos e maravilhosos locais, galerias e shoppings, situados principalmente no calçadão da rua Florida e nas avenidas Santa Fe, Cabildo e Alvear. Um simples passeio por estas zonas permite comprovar a intensa atividade de seus comércios, com uma freguesia, tanto nacional como estrangeira. Em 2005, a UNESCO declarou Buenos Aires como a Cidade do Design, destacando a criatividade de seus designers nos itens de indumentária, calçados, brinquedos, objetos para o lar e iluminação, entre muitos outros. Levando em consideração este reconhecimento internacional, a capital argentina representa ,atualmente, a cidade ideal para fazer compras, já que junto a seus tradicionais e pitorescos locais soma-se a originalidade de seus designers.
A afluência de turistas propiciou, nos últimos anos, a construção de luxuosos hotéis nas zonas mais tradicionais e exclusivas da cidade. A chegada das cadeias hoteleiras internacionais, mais o impulso imobiliário existente em bairros como Palermo e Puerto Madero, fazem atualmente da construção um dos pilares econômicos da cidade.
Atrações de Buenos Aires
O tango
Buenos Aires respira ao ritmo do 2x4, oferecendo um sem-fim de espetáculos de tango. Considerada a Capital Mundial do Tango, conta com numerosas tanguerias com orquestras e dançarinos ao vivo, onde se pode saborear um delicioso jantar com carnes argentinas ou o menu internacional. Você também pode aprender a bailar o tango e mergulhar no vício da dança em suas famosas milongas.
Teatros
Buenos Aires conta com numerosos complexos teatrais, entre os quais se destaca o Teatro Colón, construído em 1908 e consagrado primordialmente à ópera. No seu palco costumam se apresentar os músicos e dançarinos mais importantes do mundo, os quais elogiam sua notável acústica. Apesar de neste momento estar fechado por reformas, seu staff estável continua atuando em outros cenários.
Museus
Os museus de Buenos Aires gozam de prestígio internacional, exibindo as obras de destacados artistas nacionais e estrangeiros. O Museu de Belas Artes, da Cidade, de Arte Latino-americana de Buenos Aires (MALBA), de Arte Decorativa, de Arte Hispano-americana Isaac Fernández Blanco e o Centro Cultural Recoleta são alguns dos prestigiosos e convocadores espaços de arte de Buenos Aires.
O Centro Histórico
No centro, entre os bairros de San Telmo e Montserrat está o Centro Histórico, uma área que conta com os edifícios e palácios mais significativos da história argentina. A Casa Rosada - sede oficial do governo nacional-, o Cabildo, a Catedral (que rodeiam a Praça de Maio) são, entre outros, os recintos que guardam testemunho de seu passado e ainda se mantêm em pé.
Desenho
O bairro de Palermo é célebre por seus locais de design, onde se oferecem objetos e pecas de roupa que se caracterizam por sua notável originalidade. Nos arredores da Praça Serrano, os visitantes podem percorrer tanto sua pitoresca feira -aos sábados e domingos- como seus luxuosos negócios, onde reluzem os mais diversos designs argentinos.
Passeios pela cidade
Uma boa opção para conhecer as zonas turísticas de Buenos Aires é percorrê-las caminhando e por conta própria. Os mapas de Autoguiados oferecidos pelo Ente de Turismo da Cidade traçam 18 percursos diferentes. Aqueles que preferem percorrer seus edifícios públicos, igrejas, museus e bairros junto a um guia profissional, podem participar das visitas que a mesma dependência organiza.
A noite
Buenos Aires é conhecida mundialmente por sua agitada vida noturna, oferecendo um leque de propostas para aqueles que se resistem a dormir cedo. Os bairros de San Telmo, Montserrat e Palermo são os mais freqüentados por portenhos e turistas: bares com música ao vivo, restaurantes de cozinha argentina –as chamadas churrascarias – e salões para bailar tango, são suas principais atrações.
O futebol
É o esporte que mais apaixona os argentinos. Duas vezes por ano, Buenos Aires é testemunha privilegiada da partida mais importante do futebol local: o clássico Boca – River. Estes clubes são os mais populares da Argentina e superam os 100 anos de vida. O fanatismo que desperta este confronto o converte em um dos principais eventos esportivos do mundo.
Fuente: www.pt.argentina.ar
Quando ir:
Ao longo do ano, tal como as suas muitas atracções e da sua vasta gama de hotéis Buenos Aires fazer uma cidade pronta para receber turistas em qualquer época do ano.
Clima:
É ameno durante todo o ano, com verões quentes, invernos frios e uma temperatura média anual de 18 º C. As estações do ano são húmidas outono e primavera.
Como chegar:
De avião: Vôos de todas as grandes cidades do mundo para o aeroporto internacional, Ezeiza Ministro Pistarini, de cabotagem e os voos para Aeroparque Jorge Newbery.
Buenos Aires é a capital da República Argentina e sua superfície é de 203 km². Seus limites naturais são o Rio da Prata e o Riachuelo, respectivamente ao leste e ao sul da cidade; a parte restante de sua periferia está rodeada -de norte a oeste- pela imensa Av. General Paz. Atualmente, conta com uma população de aproximadamente três milhões de habitantes, convertendo-se em um dos centros urbanos cosmopolitas mais importantes da América Latina. Com o recente reconhecimento de Puerto Madero e Parque Chas; Buenos Aires conta oficialmente com 48 bairros.
História da cidade
Buenos Aires foi fundada no dia 3 de fevereiro de 1536 pelo espanhol Pedro de Mendoza, sob o nome de Nuestra Señora del Buen Ayre, em homenagem à virgem dos navegantes. Em 1541 foi completamente destruída e não houve vestígios do forte original. No dia 11 de junho de 1580 Juan Garay, no comando de uma expedição de cem homens provenientes de Assunção, re-fundou a cidade com o nome de Santíssima Trindade e Porto de Nossa Senhora dos Buenos Ayres. Diferente da primeira fundação, a segunda se realizou em terrenos elevados, pelo qual estima-se que se realizou nas proximidades da atual Praça de Maio. A saída ao Oceano Atlântico, as águas pouco profundas -que impediam o fácil desembarque de naves inimigas- e as barrancas próximas do Rio da Prata foram, entre outras, as razões da coroa espanhola para a criação de um assentamento definitivo na região. Com o passar do tempo, a intensa atividade comercial de seu porto impulsionou seu crescimento, convertendo-se em 1776, na capital do Vice-reinado do Rio da Prata.
Até 1810, Buenos Aires esteve sob o domínio da coroa espanhola, obtendo finalmente sua independência – no âmbito da soberania nacional – no ano de 1816. Em meados do século XIX, Buenos Aires se converteu em destino de diversas correntes imigratórias européias, que chegavam à procura de prosperidade. Finalmente, em 1880, Buenos Aires foi declarada Capital Federal da República Argentina pelo presidente Nicolás Avellaneda.
Sua economia
É a sede financeira e da bolsa de valores mais importante da Argentina. Conta com o principal porto da nação que, desde sua construção no final do século XIX, constitui uma verdadeira janela ao mundo. Buenos Aires, atualmente, é considerada uma das cidades mais prósperas da América Latina, atraindo a atenção de investidores estrangeiros. Ano trás ano se organizam importantes encontros de negócios, congressos empresariais, exposições e feiras comerciais, que contam com um grande poder de convocação. Nos últimos anos foi notória a chegada de marcas internacionais, que encontram aqui o lugar ideal para seu crescimento econômico. Buenos Aires conta com uma ampla tradição comercial graças a seus numerosos e maravilhosos locais, galerias e shoppings, situados principalmente no calçadão da rua Florida e nas avenidas Santa Fe, Cabildo e Alvear. Um simples passeio por estas zonas permite comprovar a intensa atividade de seus comércios, com uma freguesia, tanto nacional como estrangeira. Em 2005, a UNESCO declarou Buenos Aires como a Cidade do Design, destacando a criatividade de seus designers nos itens de indumentária, calçados, brinquedos, objetos para o lar e iluminação, entre muitos outros. Levando em consideração este reconhecimento internacional, a capital argentina representa ,atualmente, a cidade ideal para fazer compras, já que junto a seus tradicionais e pitorescos locais soma-se a originalidade de seus designers.
A afluência de turistas propiciou, nos últimos anos, a construção de luxuosos hotéis nas zonas mais tradicionais e exclusivas da cidade. A chegada das cadeias hoteleiras internacionais, mais o impulso imobiliário existente em bairros como Palermo e Puerto Madero, fazem atualmente da construção um dos pilares econômicos da cidade.
Atrações de Buenos Aires
O tango
Buenos Aires respira ao ritmo do 2x4, oferecendo um sem-fim de espetáculos de tango. Considerada a Capital Mundial do Tango, conta com numerosas tanguerias com orquestras e dançarinos ao vivo, onde se pode saborear um delicioso jantar com carnes argentinas ou o menu internacional. Você também pode aprender a bailar o tango e mergulhar no vício da dança em suas famosas milongas.
Teatros
Buenos Aires conta com numerosos complexos teatrais, entre os quais se destaca o Teatro Colón, construído em 1908 e consagrado primordialmente à ópera. No seu palco costumam se apresentar os músicos e dançarinos mais importantes do mundo, os quais elogiam sua notável acústica. Apesar de neste momento estar fechado por reformas, seu staff estável continua atuando em outros cenários.
Museus
Os museus de Buenos Aires gozam de prestígio internacional, exibindo as obras de destacados artistas nacionais e estrangeiros. O Museu de Belas Artes, da Cidade, de Arte Latino-americana de Buenos Aires (MALBA), de Arte Decorativa, de Arte Hispano-americana Isaac Fernández Blanco e o Centro Cultural Recoleta são alguns dos prestigiosos e convocadores espaços de arte de Buenos Aires.
O Centro Histórico
No centro, entre os bairros de San Telmo e Montserrat está o Centro Histórico, uma área que conta com os edifícios e palácios mais significativos da história argentina. A Casa Rosada - sede oficial do governo nacional-, o Cabildo, a Catedral (que rodeiam a Praça de Maio) são, entre outros, os recintos que guardam testemunho de seu passado e ainda se mantêm em pé.
Desenho
O bairro de Palermo é célebre por seus locais de design, onde se oferecem objetos e pecas de roupa que se caracterizam por sua notável originalidade. Nos arredores da Praça Serrano, os visitantes podem percorrer tanto sua pitoresca feira -aos sábados e domingos- como seus luxuosos negócios, onde reluzem os mais diversos designs argentinos.
Passeios pela cidade
Uma boa opção para conhecer as zonas turísticas de Buenos Aires é percorrê-las caminhando e por conta própria. Os mapas de Autoguiados oferecidos pelo Ente de Turismo da Cidade traçam 18 percursos diferentes. Aqueles que preferem percorrer seus edifícios públicos, igrejas, museus e bairros junto a um guia profissional, podem participar das visitas que a mesma dependência organiza.
A noite
Buenos Aires é conhecida mundialmente por sua agitada vida noturna, oferecendo um leque de propostas para aqueles que se resistem a dormir cedo. Os bairros de San Telmo, Montserrat e Palermo são os mais freqüentados por portenhos e turistas: bares com música ao vivo, restaurantes de cozinha argentina –as chamadas churrascarias – e salões para bailar tango, são suas principais atrações.
O futebol
É o esporte que mais apaixona os argentinos. Duas vezes por ano, Buenos Aires é testemunha privilegiada da partida mais importante do futebol local: o clássico Boca – River. Estes clubes são os mais populares da Argentina e superam os 100 anos de vida. O fanatismo que desperta este confronto o converte em um dos principais eventos esportivos do mundo.
Fuente: www.pt.argentina.ar
lunes, 31 de mayo de 2010
O mundo da neve
O Inverno está quase a começar. Os oito centros no país estão se preparando para receber os adeptos de desportos de Inverno. Para este ano são esperados neve pesada e boas condições climáticas.
É nos meses de junho, julho, agosto, setembro e às vezes, parte de outubro, que a neve cai ao longo da Cordilheira dos Andes, desde a província central de Mendoza até a Ilha Grande de Tierra del Fuego, no extremo sul do continente.
No junho, inaugura-se a temporada de esqui na Argentina, e as boas nevadas pré-anunciam uma temporada bem-sucedida nas ladeiras dos nove centros de esqui do país, onde o esporte e a diversão têm a presença de uma paisagem que parece um postal antigo tomado em branco e preto devido à sobrecarga de neve. E o que a paisagem perde em quantidade de cores, ganha agora em brilhos solares refletidos pela neve, que parecem faíscas esplendorosas sublinhando com uma suave “linha de fogo” o contorno das montanhas nevadas ao entardecer.
Las Leñas
Situado na província de Mendoza, a 2.240 metros de altura na Cordilheira dos Andes, Las Leñas é um dos centros de esqui clássicos da Argentina - espaçoso e com muitas pistas-, que atrai o público internacional. Se alguém viajar até as cidades de Malargüe ou San Rafael, e ao observar pela janela desde o céu descobrem vales descomunais que parecem campos de golfe cobertos de uma grama perfeitamente branca.
O ônibus que leva desde o aeroporto ao Vale das Leñas percorre um pavimento que também se torna branco e oculto sob uma capa de gelo que parece chispar com os raios do sol. E no encostamento a panorâmica da paisagem se assemelha a um deserto de dunas brancas.
As instalações do centro de esqui estão em meio a um vale muito fechado isolado de tudo, onde há vinte alojamentos diferentes - desde luxuosos hotéis a dormi houses-, que permitem ao esquiador sair com os esquis colocados desde a porta do hotel diretamente às pistas.
Las Leñas é um dos centros de esqui com glamour de TV – comparecem modelos e estrelas da TV-, onde há danceterias e restaurantes para quem procura diversão à noite.
Em relação às facilidades, o centro tem 13 meios de elevação e 30 pistas habilitados para diferentes modalidades como o esqui alpino e o fora de pista, e o snowboard em todos os níveis de complexidade.
Para os esquiadores expertos, um dos fortes de Las Leñas é o fora de pista. O centro conta com 17.500 hectares para esqui, dentro e fora de pista. Por isso, Las Leñas oferece um cenário quase imenso onde sair a explorar paisagens em meio de neves virgens que, em alguns casos, requerem um altíssimo nível de habilidade. Para facilitar estas expedições extremas há três pisaneves adaptados como transporte dos esquiadores até o topo da montanha.
Cerro Catedral
Situado na província patagônica de Río Negro - a 19 quilômetros da cidade turística de Bariloche - o Cerro Catedral é o maior centro de esqui da América do Sul, uma Meca de inverno por onde transitam 12 mil esquiadores por dia na temporada alta. Em total, o centro tem 120 quilômetros de pistas com uma vista panorâmica ao lago Nahuel Huapi - um dos mais extensos e bonitos da Patagônia-, e apesar de ser o centro de esqui mais antigo do país, com 70 anos, é ao mesmo tempo um dos mais avançados em tecnologia e infra-estrutura. Entre suas sofisticações tecnológicas há uma cadeira aérea sêxtupla “super-rápida” que na metade do cerro combina com outras duas, colocando os esquiadores no topo da montanha em apenas 17 minutos. Além disso, o Cerro Catedral também tem glamour, excitantes festas em danceterias ao pé do cerro, e uma sofisticada gastronomia.
Cerro Castor
Em Tierra del Fuego, a última província da Patagônia –onde termina o mapa, quase nos limites do “fim do mundo”- está o Cerro Castor, o centro de esqui mais austral da Argentina, e portanto, do mundo. Está a 27 quilômetros da cidade de Ushuaia e é o último centro de esqui inaugurado na Argentina, em 1999. Um dos aspectos mais valorizados pelos esquiadores é a qualidade de sua neve, que não somente é abundante, senão muito suave conformada por um pó branco que nunca se converte em gelo graças às particularidades geográficas do lugar, a baixa altura e próximo do Pólo Sul.
Cerro Castor conta com todos os serviços para garantir uma estadia confortável e prática durante as jornadas de esqui, tanto para principiantes que se aproximam da escola como os numerosos times profissionais europeus que elegem este lugar para treinar quando faz calor no hemisfério norte.
Para isso o Cerro Castor dispõe de um jardim de neve infantil, uma escola de esqui e snowboard, vários restaurantes e casas de chá, uma hospedaria com cabanas ao pé do cerro, aluguel de snowcats (motos de neve), passeios de trenó empurrados por cachorros siberianos e um snow park para saltos de alta complexidade.
O total de pistas é de 23 – várias delas homologadas pela Federação Internacional de Esqui-alcançando um percurso total de 24 quilômetros. E a capacidade de esquiadores é de 2.700, que dispõem de meios de elevação que garantem que não haja esperas no momento de subir para as pistas.
Uma alternativa mais relaxada que pode ser praticada no Cerro Castor é o esqui de fundo ou nórdico, que consiste em deslizar-se levemente sobre a neve, em superfícies planas – quase como caminhando com esquis -, uma modalidade muito simples que não requer maior aprendizagem. Desta forma pode-se passear entre os bosques de lengas ao pé das montanhas cobertas de neve, uma das paisagens mais espetaculares de toda a Patagônia.
Chapelco
A 20 quilômetros da cidade de San Martín de los Andes - na província de Neuquén-, sobre um cordão montanhoso que surge da cordilheira, o centro de esqui Chapelco define-se por seu perfil íntimo e familiar. Isto significa, por exemplo, que não há grupos estudantis de férias, nem tampouco danceterias nos arredores. Por isso, de noite prevalece em San Martín de los Andes uma tranqüilidade de paragem isolada que convida o visitante a se refugiar em sua cabana de troncos ao calor de uma lareira à lenha.
Chapelco tem 27 pistas de todos os níveis, as quais são acessadas por 13 meios de elevação. E na cota de 1700 metros há dois terrain parks para esquiadores e snowboarders, que se dedicam a fazer saltos de todo tipo.
A escola de esqui de Chapelco tem um amplo staff de professores e no Jardim de Neve se inicia no esqui crianças de 3 a 5 anos de idade, os quais percorrem o Caminho do Bosque.
San Martín de los Andes é um povoado semi-oculto em um desses recantos verdes da Patagônia, onde a pureza do silêncio é um componente básico da paisagem. Ao seu redor, as montanhas da Cordilheira dos Andes conformam um anfiteatro natural que reflete no lago Lácar uma série de picos investidos cobertos de neve. E junto ao lago sobressaem casas com teto de madeira a duas águas, cuja imagem evoca uma aldeia européia de estilo alpino especialmente, quando neva.
Cerro Bayo
No sul da província de Neuquén, cerca da cidade turística de Villa La Angostura, Cerro Bayo é um centro de esqui autodenominado “butique” que se caracteriza pelo seu tamanho intermediário e por uma paisagem de sonho com o lago Nahuel Huapi e a ilha Victoria na frente. O outro privilégio desta cidade é a tranqüilidade de seu ambiente familiar, sem multidão nem filas nos meios de elevação.
Cerro Bayo foi criado há três décadas e hoje em dia é um sofisticado centro com 21 pistas rodeadas de bosques e picos nevados. Há uma boa variedade de pistas, tanto para principiantes como para expertos, que exigem um alto nível de declives. Inclusive os mais audazes dispõem de amplos setores “fora de pista” e um “snowboard park” para realizar todos os tipos de saltos. Em total há 12 meios de elevação com uma capacidade para 6.350 esquiadores por hora, 12 quilômetros, 7 de pistas e outros quatro fora de pista.
La Hoya
A 15 quilômetros da cidade de Esquel - no noroeste da província de Chubut-, há um centro de esqui encerrado por uma montanha em um semicírculo com a forma de um descomunal anfiteatro branco. Ao ver o mapa que é entregue ao esquiador no centro de esqui, La Hoya, se descobre um verdadeiro “ramalhete” de pistas que se entrecruzam pelas ladeiras, confluindo na base, justo no centro de um grande “buraco” de origem natural.
Uma das razões que definem o perfil familiar de La Hoya é, justamente, que a confluência de todas as pistas no mesmo lugar, permite aos pais manter o contato com as crianças, e inclusive os amigos que esquiam nas pistas de diferente nível. Assim, não deixam de compartilhar juntos seus dias de esqui. Em total, o centro tem dez meios de elevação, 60 hectares de superfície para esqui e 24 pistas interconectadas, com uma extensão de 22 quilômetros e um desnível de 750 metros. Com respeito à neve, ao estarem as pistas sobre a ladeira sul da montanha, têm pouco tempo diário de exposição ao sol, o qual outorga o privilégio de uma longa temporada com abundante neve em pó (por esta razão alguns times europeus de esqui elegem este lugar para treinar, especialmente por “fora de pista”).
Caviahue
Ao noroeste da província de Neuquén, o vilarejo de Caviahue é uma alternativa para os centros de esquis clássicos, com uma boa infra-estrutura de pistas com diferentes complexidades. Durante quase todo o inverno, este adorável vilarejo passa seus dias com as casas semi-tapadas pela neve, outorgando-lhe um encanto especial à paisagem povoada de árvores de araucárias. O centro de esqui é intermediário e relativamente novo, mas com uma infra-estrutura que inclui restaurantes, aluguel de equipamentos, jardim de neve para crianças, escolas de esqui e dez pistas para snowboard e esqui alpino. Um aspecto distintivo deste centro é um tele-esqui que vai até os 2800 metros de altura, bastante próximo da cratera do vulcão Copahue. E daí, pode-se descer esquiando pela ladeira do vulcão através de pistas intermediárias ou de alta complexidade. Também, pode-se optar por um maravilhoso fora de pista.
A outra característica própria deste centro é seu departamento de excursões especializado em saídas diurnas e noturnas com treze motos de neve, dois caminhões de esteira para 17 pessoas e um pisaneve que transporta outras quinze. Estes veículos servem para chegar às termas de Copahue (o vilarejo em si está debaixo da neve, mas é possível tomar banho nas quentes termas sulfurosas ao ar livre). Também se pode chegar à cratera do vulcão Copahue e até às cascatas congeladas entre os bosques de araucárias. Também se organizam caminhadas com raquetes até refúgios na montanha para jantar rodeados de neve, e diferentes atividades de neve para pessoas que não sabem esquiar.
O centro de esqui Caviahue tem capacidade para 7.500 esquiadores, no entanto, o vilarejo conta com somente mil camas de hotel. Por isso, não há filas para subir aos meios de elevação e se desfruta uma grande amplidão nas pistas.
Penitentes
Na província de Mendoza, a 168 quilômetros da capital provincial, chega-se a um pequeno centro de esqui chamado Penitentes. Além do conforto de chegar desde a cidade de Mendoza em apenas duas horas sobre o pavimento, este centro de esqui é mais econômico que os tradicionais, e conta com alternativas de hospedagem que vão desde hospedarias muito econômicas com quartos compartilhados, até refúgios e apartamentos para famílias ou confortáveis hospedarias.
O centro de esqui Penitentes tem 25 pistas para todos os níveis de esquiadores - incluindo algumas pistas extremas-, e 10 meios de elevação. E há também uma escola de esqui com 50 instrutores.
Para os amantes dos saltos na neve - seja em esqui ou snowboard--, há um snowpark com todos os elementos para fazer piruetas à vontade.
OUTROS CENTROS DE ESQUI
Neuquén
Parque de neve Batea Mahuida
Os parques de neve são uma espécie de centro de diversões orientados em direção às pessoas que, sem serem esquiadores, buscam uma aproximação com a neve para deslizar-se por pendentes suaves, seja com esquis, trenós ou culipatins. Portanto, são ideais para ir com crianças, ou também para pessoas que, simplesmente, desejam dar seus primeiros passos no esqui, e assim experimentar se o esporte é atrativo ou não. Por último, são muito mais econômicos que outros centros tradicionais.
Um destes parques é o Batea Mahuida, situado no vilarejo de Vila Pehuenia - província de Neuquén--, administrado pela comunidade aborígine Mapuche Puel, cujo cacique é seu diretor. O cerro Batea Mahuida está a 12 quilômetros de Vila Pehuenia e foi inaugurado no inverno de 2000.
Em um contexto de bonitas paisagens cobertas por centenas de araucárias, as crianças desfrutam uma pista exclusiva para eles, onde se jogam com deslizadores plásticos que utilizam como simples trenós. Também há uma escola de esqui e uma equipe de patrulhamento das pistas, para atuar em caso de lesões. As modalidades de esqui mais comuns em Batea Mahuida são o alpino, o nórdico ou de fundo entre os bosques de araucárias e o snowboard.
O parque tem apenas duas pistas curtas, com um desnível de 700 metros desde a base até o ponto mais alto, e se chega com dois meios de elevação de arraste. A superfície de esqui é de 4 hectares em total. E os serviços incluem aluguel de equipamentos, uma escola de esqui e sala de primeiros auxílios. Na confeitaria de Batea Mahuida podem ser degustados pratos mapuches com base nos pinhões torrados ou fervidos com uma porção de cordeiro.
• Cerro Wayle
• Cerro Morena
• Primeros Pinos
Mendoza
• Vallecitos
• Los Puquíos
Río Negro
• Cerro Perito Moreno
Santa Cruz
• Valdelén
• Olla de Chingue
Tierra del fuego
• Glacial Martial
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
É nos meses de junho, julho, agosto, setembro e às vezes, parte de outubro, que a neve cai ao longo da Cordilheira dos Andes, desde a província central de Mendoza até a Ilha Grande de Tierra del Fuego, no extremo sul do continente.
No junho, inaugura-se a temporada de esqui na Argentina, e as boas nevadas pré-anunciam uma temporada bem-sucedida nas ladeiras dos nove centros de esqui do país, onde o esporte e a diversão têm a presença de uma paisagem que parece um postal antigo tomado em branco e preto devido à sobrecarga de neve. E o que a paisagem perde em quantidade de cores, ganha agora em brilhos solares refletidos pela neve, que parecem faíscas esplendorosas sublinhando com uma suave “linha de fogo” o contorno das montanhas nevadas ao entardecer.
Las Leñas
Situado na província de Mendoza, a 2.240 metros de altura na Cordilheira dos Andes, Las Leñas é um dos centros de esqui clássicos da Argentina - espaçoso e com muitas pistas-, que atrai o público internacional. Se alguém viajar até as cidades de Malargüe ou San Rafael, e ao observar pela janela desde o céu descobrem vales descomunais que parecem campos de golfe cobertos de uma grama perfeitamente branca.
O ônibus que leva desde o aeroporto ao Vale das Leñas percorre um pavimento que também se torna branco e oculto sob uma capa de gelo que parece chispar com os raios do sol. E no encostamento a panorâmica da paisagem se assemelha a um deserto de dunas brancas.
As instalações do centro de esqui estão em meio a um vale muito fechado isolado de tudo, onde há vinte alojamentos diferentes - desde luxuosos hotéis a dormi houses-, que permitem ao esquiador sair com os esquis colocados desde a porta do hotel diretamente às pistas.
Las Leñas é um dos centros de esqui com glamour de TV – comparecem modelos e estrelas da TV-, onde há danceterias e restaurantes para quem procura diversão à noite.
Em relação às facilidades, o centro tem 13 meios de elevação e 30 pistas habilitados para diferentes modalidades como o esqui alpino e o fora de pista, e o snowboard em todos os níveis de complexidade.
Para os esquiadores expertos, um dos fortes de Las Leñas é o fora de pista. O centro conta com 17.500 hectares para esqui, dentro e fora de pista. Por isso, Las Leñas oferece um cenário quase imenso onde sair a explorar paisagens em meio de neves virgens que, em alguns casos, requerem um altíssimo nível de habilidade. Para facilitar estas expedições extremas há três pisaneves adaptados como transporte dos esquiadores até o topo da montanha.
Cerro Catedral
Situado na província patagônica de Río Negro - a 19 quilômetros da cidade turística de Bariloche - o Cerro Catedral é o maior centro de esqui da América do Sul, uma Meca de inverno por onde transitam 12 mil esquiadores por dia na temporada alta. Em total, o centro tem 120 quilômetros de pistas com uma vista panorâmica ao lago Nahuel Huapi - um dos mais extensos e bonitos da Patagônia-, e apesar de ser o centro de esqui mais antigo do país, com 70 anos, é ao mesmo tempo um dos mais avançados em tecnologia e infra-estrutura. Entre suas sofisticações tecnológicas há uma cadeira aérea sêxtupla “super-rápida” que na metade do cerro combina com outras duas, colocando os esquiadores no topo da montanha em apenas 17 minutos. Além disso, o Cerro Catedral também tem glamour, excitantes festas em danceterias ao pé do cerro, e uma sofisticada gastronomia.
Cerro Castor
Em Tierra del Fuego, a última província da Patagônia –onde termina o mapa, quase nos limites do “fim do mundo”- está o Cerro Castor, o centro de esqui mais austral da Argentina, e portanto, do mundo. Está a 27 quilômetros da cidade de Ushuaia e é o último centro de esqui inaugurado na Argentina, em 1999. Um dos aspectos mais valorizados pelos esquiadores é a qualidade de sua neve, que não somente é abundante, senão muito suave conformada por um pó branco que nunca se converte em gelo graças às particularidades geográficas do lugar, a baixa altura e próximo do Pólo Sul.
Cerro Castor conta com todos os serviços para garantir uma estadia confortável e prática durante as jornadas de esqui, tanto para principiantes que se aproximam da escola como os numerosos times profissionais europeus que elegem este lugar para treinar quando faz calor no hemisfério norte.
Para isso o Cerro Castor dispõe de um jardim de neve infantil, uma escola de esqui e snowboard, vários restaurantes e casas de chá, uma hospedaria com cabanas ao pé do cerro, aluguel de snowcats (motos de neve), passeios de trenó empurrados por cachorros siberianos e um snow park para saltos de alta complexidade.
O total de pistas é de 23 – várias delas homologadas pela Federação Internacional de Esqui-alcançando um percurso total de 24 quilômetros. E a capacidade de esquiadores é de 2.700, que dispõem de meios de elevação que garantem que não haja esperas no momento de subir para as pistas.
Uma alternativa mais relaxada que pode ser praticada no Cerro Castor é o esqui de fundo ou nórdico, que consiste em deslizar-se levemente sobre a neve, em superfícies planas – quase como caminhando com esquis -, uma modalidade muito simples que não requer maior aprendizagem. Desta forma pode-se passear entre os bosques de lengas ao pé das montanhas cobertas de neve, uma das paisagens mais espetaculares de toda a Patagônia.
Chapelco
A 20 quilômetros da cidade de San Martín de los Andes - na província de Neuquén-, sobre um cordão montanhoso que surge da cordilheira, o centro de esqui Chapelco define-se por seu perfil íntimo e familiar. Isto significa, por exemplo, que não há grupos estudantis de férias, nem tampouco danceterias nos arredores. Por isso, de noite prevalece em San Martín de los Andes uma tranqüilidade de paragem isolada que convida o visitante a se refugiar em sua cabana de troncos ao calor de uma lareira à lenha.
Chapelco tem 27 pistas de todos os níveis, as quais são acessadas por 13 meios de elevação. E na cota de 1700 metros há dois terrain parks para esquiadores e snowboarders, que se dedicam a fazer saltos de todo tipo.
A escola de esqui de Chapelco tem um amplo staff de professores e no Jardim de Neve se inicia no esqui crianças de 3 a 5 anos de idade, os quais percorrem o Caminho do Bosque.
San Martín de los Andes é um povoado semi-oculto em um desses recantos verdes da Patagônia, onde a pureza do silêncio é um componente básico da paisagem. Ao seu redor, as montanhas da Cordilheira dos Andes conformam um anfiteatro natural que reflete no lago Lácar uma série de picos investidos cobertos de neve. E junto ao lago sobressaem casas com teto de madeira a duas águas, cuja imagem evoca uma aldeia européia de estilo alpino especialmente, quando neva.
Cerro Bayo
No sul da província de Neuquén, cerca da cidade turística de Villa La Angostura, Cerro Bayo é um centro de esqui autodenominado “butique” que se caracteriza pelo seu tamanho intermediário e por uma paisagem de sonho com o lago Nahuel Huapi e a ilha Victoria na frente. O outro privilégio desta cidade é a tranqüilidade de seu ambiente familiar, sem multidão nem filas nos meios de elevação.
Cerro Bayo foi criado há três décadas e hoje em dia é um sofisticado centro com 21 pistas rodeadas de bosques e picos nevados. Há uma boa variedade de pistas, tanto para principiantes como para expertos, que exigem um alto nível de declives. Inclusive os mais audazes dispõem de amplos setores “fora de pista” e um “snowboard park” para realizar todos os tipos de saltos. Em total há 12 meios de elevação com uma capacidade para 6.350 esquiadores por hora, 12 quilômetros, 7 de pistas e outros quatro fora de pista.
La Hoya
A 15 quilômetros da cidade de Esquel - no noroeste da província de Chubut-, há um centro de esqui encerrado por uma montanha em um semicírculo com a forma de um descomunal anfiteatro branco. Ao ver o mapa que é entregue ao esquiador no centro de esqui, La Hoya, se descobre um verdadeiro “ramalhete” de pistas que se entrecruzam pelas ladeiras, confluindo na base, justo no centro de um grande “buraco” de origem natural.
Uma das razões que definem o perfil familiar de La Hoya é, justamente, que a confluência de todas as pistas no mesmo lugar, permite aos pais manter o contato com as crianças, e inclusive os amigos que esquiam nas pistas de diferente nível. Assim, não deixam de compartilhar juntos seus dias de esqui. Em total, o centro tem dez meios de elevação, 60 hectares de superfície para esqui e 24 pistas interconectadas, com uma extensão de 22 quilômetros e um desnível de 750 metros. Com respeito à neve, ao estarem as pistas sobre a ladeira sul da montanha, têm pouco tempo diário de exposição ao sol, o qual outorga o privilégio de uma longa temporada com abundante neve em pó (por esta razão alguns times europeus de esqui elegem este lugar para treinar, especialmente por “fora de pista”).
Caviahue
Ao noroeste da província de Neuquén, o vilarejo de Caviahue é uma alternativa para os centros de esquis clássicos, com uma boa infra-estrutura de pistas com diferentes complexidades. Durante quase todo o inverno, este adorável vilarejo passa seus dias com as casas semi-tapadas pela neve, outorgando-lhe um encanto especial à paisagem povoada de árvores de araucárias. O centro de esqui é intermediário e relativamente novo, mas com uma infra-estrutura que inclui restaurantes, aluguel de equipamentos, jardim de neve para crianças, escolas de esqui e dez pistas para snowboard e esqui alpino. Um aspecto distintivo deste centro é um tele-esqui que vai até os 2800 metros de altura, bastante próximo da cratera do vulcão Copahue. E daí, pode-se descer esquiando pela ladeira do vulcão através de pistas intermediárias ou de alta complexidade. Também, pode-se optar por um maravilhoso fora de pista.
A outra característica própria deste centro é seu departamento de excursões especializado em saídas diurnas e noturnas com treze motos de neve, dois caminhões de esteira para 17 pessoas e um pisaneve que transporta outras quinze. Estes veículos servem para chegar às termas de Copahue (o vilarejo em si está debaixo da neve, mas é possível tomar banho nas quentes termas sulfurosas ao ar livre). Também se pode chegar à cratera do vulcão Copahue e até às cascatas congeladas entre os bosques de araucárias. Também se organizam caminhadas com raquetes até refúgios na montanha para jantar rodeados de neve, e diferentes atividades de neve para pessoas que não sabem esquiar.
O centro de esqui Caviahue tem capacidade para 7.500 esquiadores, no entanto, o vilarejo conta com somente mil camas de hotel. Por isso, não há filas para subir aos meios de elevação e se desfruta uma grande amplidão nas pistas.
Penitentes
Na província de Mendoza, a 168 quilômetros da capital provincial, chega-se a um pequeno centro de esqui chamado Penitentes. Além do conforto de chegar desde a cidade de Mendoza em apenas duas horas sobre o pavimento, este centro de esqui é mais econômico que os tradicionais, e conta com alternativas de hospedagem que vão desde hospedarias muito econômicas com quartos compartilhados, até refúgios e apartamentos para famílias ou confortáveis hospedarias.
O centro de esqui Penitentes tem 25 pistas para todos os níveis de esquiadores - incluindo algumas pistas extremas-, e 10 meios de elevação. E há também uma escola de esqui com 50 instrutores.
Para os amantes dos saltos na neve - seja em esqui ou snowboard--, há um snowpark com todos os elementos para fazer piruetas à vontade.
OUTROS CENTROS DE ESQUI
Neuquén
Parque de neve Batea Mahuida
Os parques de neve são uma espécie de centro de diversões orientados em direção às pessoas que, sem serem esquiadores, buscam uma aproximação com a neve para deslizar-se por pendentes suaves, seja com esquis, trenós ou culipatins. Portanto, são ideais para ir com crianças, ou também para pessoas que, simplesmente, desejam dar seus primeiros passos no esqui, e assim experimentar se o esporte é atrativo ou não. Por último, são muito mais econômicos que outros centros tradicionais.
Um destes parques é o Batea Mahuida, situado no vilarejo de Vila Pehuenia - província de Neuquén--, administrado pela comunidade aborígine Mapuche Puel, cujo cacique é seu diretor. O cerro Batea Mahuida está a 12 quilômetros de Vila Pehuenia e foi inaugurado no inverno de 2000.
Em um contexto de bonitas paisagens cobertas por centenas de araucárias, as crianças desfrutam uma pista exclusiva para eles, onde se jogam com deslizadores plásticos que utilizam como simples trenós. Também há uma escola de esqui e uma equipe de patrulhamento das pistas, para atuar em caso de lesões. As modalidades de esqui mais comuns em Batea Mahuida são o alpino, o nórdico ou de fundo entre os bosques de araucárias e o snowboard.
O parque tem apenas duas pistas curtas, com um desnível de 700 metros desde a base até o ponto mais alto, e se chega com dois meios de elevação de arraste. A superfície de esqui é de 4 hectares em total. E os serviços incluem aluguel de equipamentos, uma escola de esqui e sala de primeiros auxílios. Na confeitaria de Batea Mahuida podem ser degustados pratos mapuches com base nos pinhões torrados ou fervidos com uma porção de cordeiro.
• Cerro Wayle
• Cerro Morena
• Primeros Pinos
Mendoza
• Vallecitos
• Los Puquíos
Río Negro
• Cerro Perito Moreno
Santa Cruz
• Valdelén
• Olla de Chingue
Tierra del fuego
• Glacial Martial
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
Mendoza, terra que conquista
Adegas onde degustar um bom vinho, cerros nevados, festivais de folclore e termas relaxantes são alguns dos atrativos turísticos da província de Mendoza.
Mendoza está localizada no centro-oeste da Argentina. É divisa no norte com a província de San Juan, ao leste com as de San Luis e La Pampa e no sul com a de Neuquén. Ao oeste, a cordilheira dos Andes é a fronteira natural com o Chile. A capital da província é a Cidade de Mendoza, situada a 1.085 quilômetros de Buenos Aires, enquanto San Rafael é a segunda cidade em importância.
A superfície provincial é de 150.839 km2, com uma zona de montanha que compreende, em uma faixa de norte a sul, 33% do território da província. Tanto a cidade de Mendoza como San Rafael têm aeroporto. De aviões domésticos demora-se 90 minutos em chegar da capital mendocina a Buenos Aires e 30 minutos a Santiago do Chile.
O Aconcágua, o cerro mais alto da América com 6.959,60 metros de altura, é um dos símbolos desta província. Nas áreas cordilheiranas de Las Cuevas, Ponte do Inca e Cristo Redentor, o clima é frio e úmido, especialmente, nos meses de junho, julho, agosto e setembro.
Porém, Mendoza também goza de um clima temperado continental ou semi-seco em grande parte do território. Esta província da região do Cujo é um destino ideal em todo o ano, devido às possibilidades que a Cordilheira, os vales e rios oferecem para praticar o andinismo, esqui e trekking ou esportes aquáticos como a motonáutica, o rafting e a pesca.
Outros grandes atrativos turísticos são as adegas que integram o Caminho do Vinho, onde os visitantes podem degustar variedades vinícolas que foram premiadas no exterior. Somam-se a isso, as estâncias rurais, as termas, a gastronomia e os comércios da capital.
Mendoza se veste de festa em grande parte do ano. No início de março celebra-se a Festa Nacional da Vindima, onde se elege a Rainha Nacional, que é coroada em um espetáculo que inclui o desfile de carruagens nas ruas da capital e uma festa central.
Outros encontros que combinam música, comidas típicas e tradições são: a Festa da Neve, a da Água, da Tradição, a Pisa da Uva e as Festividades religiosas da Virgem do Rosário nas Lagunas de Guanacache.
Também, pode-se desfrutar a Festa Nacional da Pecuária de Zonas Áridas, a Festa Nacional do Cabrito, a Festa Nacional da Toada, Rivadavia Canta ao País e Cantapueblo, o maior festival coral da América.
A importância do vinho
A produção mendocina se apóia na agroindústria, a vitivinicultura, a metalmecânica, minérios, a indústria mobiliária e os serviços.
60 % das exportações correspondem a manufaturas de origem agropecuária, manufaturas industriais e produtos primários, enquanto 40% restante são exportações de petróleo e derivados.
Mendoza é a principal província argentina exportadora de produtos vitivinícolas.
Tem 70% dos vinhedos de todo o país e quase 70% da produção de vinhos, com cerca de 1.200 adegas. Além disso, é a maior produtora na Argentina de suco de uva concentrado e destaca na elaboração e venda ao exterior de azeite de oliveira virgem e refinado.
Para impulsionar a economia interna, o governo provincial instrumentou um Escritório de Atração de Investimentos. Por outro lado, a Fundação ProMendoza é uma entidade pública e privada que promove a projeção internacional das pequenas e médias.
VINOS: ESPECIAL MULTIMEDIA
OS IMPERDÍVEIS DE MENDOZA
Cidade de Mendoza
A capital mendocina convida a passear. Chamam a atenção suas acéquias empedradas utilizadas para irrigação, as ruas arborizadas, as praças bem cuidadas, os comércios de artigos regionais, os centros culturais, os bares, restaurantes e hotéis. Um dos circuitos históricos mendocinos mais interessantes é o conhecido como as "Rotas Sanmartinianas", que aproximam o turista da vida do herói da independência.
Parque Aconcagua
This park features the highest peak in the Americas: 6,959,60 meters high. It stands as a pilgrimage place for mountain climbers from around the world. Its has many routes to test climbers’ physical endurance. Hiking journeys are organized to Plaza Francia, the mountain base from where climbers undertake the ascent on the most difficult side of the Aconcagua: the south wall.
Caminhos do vinho
Em Mendoza se concentra uma grande quantidade de adegas. Muitas delas abrem suas portas aos turistas para que conheçam seu funcionamento e degustem seus produtos. Há adegas tradicionais, artesanais, butiques e industriais, que realizam degustações, cursos de catação e programas de elaboração de vinhos.
San Rafael
Crossed by Atuel and Diamond rivers, which surprise with its imposing canyons, this town offers water sports and magnificent views in the area of Valle Grande, Los Reyunos and Nihuil, where the turquoise water is contained by reddish stone walls. It also offers tours in the mountains and visits to wineries.
Turismo-aventura
A geografia mendocina convida a praticar diversas atividades na montanha e nos rios. Uma das excursões que pode ser feita a cavalo é o Cruzamento dos Andes. Dura oito dias e se realiza pelo passo fronteiriço de Colina, até o Cajón del Maipú, no Chile. Há rios de dificuldade extrema, como o Diamante (só navegável de caiaques), e também outros muito tranqüilos. O rio Mendoza é ideal para praticar rafting.
Esquí
A alternativa é variada com complexos hoteleiros bem equipados e que permitem a pratica dos diferentes esportes de neve. O Vale de Las Leñas é considerado um dos melhores e é reconhecido por ter as pistas na saída dos hotéis. Os Penitentes e Os Vales do Prata, perto da capital, estão integrados ao Ponte do Inca e o Parque Provincial Aconcagua.
Termas
É o lugar ideal para se relaxar e curar doenças artríticas, cutâneas ou respiratórias em piscinas sulfurosas e ferrosas, e para desfrutar duchas de massagem e vapores termais. Alguns complexos são: Termal Los Molles, Termas de Cacheuta e Hostería Termal El Challao.
Festa Nacional da Vindima
Com a chegada do mês de março, Mendoza se prepara para sua máxima celebração, a Festa Nacional da Vindima. Com música, desfiles, a eleição da Rainha e coloridas cerimônias é que é recebida a estrela desta província: o vinho.
Vale de Uspallata e Ponte do Inca
Da cidade de Mendoza são alcançados esses dois pontos. O Vale de Uspallata está cercado por picos de mais de 5000 metros e uma paisagem povoada com salgueiros e choupos, cujas cores quentes contrastam com os tons azuis da montanha. A Ponte do Inca é uma formação geológica invulgar, coberto com fontes termais, e todas as lendas da civilização incaica.
Malargüe
As reservas de fauna La Payunia e Llancanelo; a Gruta das Bruxas, cheia de estalactites e estalagmites; a Laguna de la Niña Encantada, o Poso das Animas e o Vale das Leñas, para citar apenas algumas das maravilhas que merecem ser visitados nesta cidade do sul. Também encontra-se o Observatório de Raios Cósmicos Pierre Auger.
Tupungato
Na Cordilheira dos Andes, na área denominada Cordón del Plata, esta cidade permite admirar a montanha-vulcão Tupuntago de 6.800 metros de altura. Na área podem ser vistas neves eternas e geleiras. E também fazer visitas a vinícolas.
Fuente: www.pt.argentina.ar
Mendoza está localizada no centro-oeste da Argentina. É divisa no norte com a província de San Juan, ao leste com as de San Luis e La Pampa e no sul com a de Neuquén. Ao oeste, a cordilheira dos Andes é a fronteira natural com o Chile. A capital da província é a Cidade de Mendoza, situada a 1.085 quilômetros de Buenos Aires, enquanto San Rafael é a segunda cidade em importância.
A superfície provincial é de 150.839 km2, com uma zona de montanha que compreende, em uma faixa de norte a sul, 33% do território da província. Tanto a cidade de Mendoza como San Rafael têm aeroporto. De aviões domésticos demora-se 90 minutos em chegar da capital mendocina a Buenos Aires e 30 minutos a Santiago do Chile.
O Aconcágua, o cerro mais alto da América com 6.959,60 metros de altura, é um dos símbolos desta província. Nas áreas cordilheiranas de Las Cuevas, Ponte do Inca e Cristo Redentor, o clima é frio e úmido, especialmente, nos meses de junho, julho, agosto e setembro.
Porém, Mendoza também goza de um clima temperado continental ou semi-seco em grande parte do território. Esta província da região do Cujo é um destino ideal em todo o ano, devido às possibilidades que a Cordilheira, os vales e rios oferecem para praticar o andinismo, esqui e trekking ou esportes aquáticos como a motonáutica, o rafting e a pesca.
Outros grandes atrativos turísticos são as adegas que integram o Caminho do Vinho, onde os visitantes podem degustar variedades vinícolas que foram premiadas no exterior. Somam-se a isso, as estâncias rurais, as termas, a gastronomia e os comércios da capital.
Mendoza se veste de festa em grande parte do ano. No início de março celebra-se a Festa Nacional da Vindima, onde se elege a Rainha Nacional, que é coroada em um espetáculo que inclui o desfile de carruagens nas ruas da capital e uma festa central.
Outros encontros que combinam música, comidas típicas e tradições são: a Festa da Neve, a da Água, da Tradição, a Pisa da Uva e as Festividades religiosas da Virgem do Rosário nas Lagunas de Guanacache.
Também, pode-se desfrutar a Festa Nacional da Pecuária de Zonas Áridas, a Festa Nacional do Cabrito, a Festa Nacional da Toada, Rivadavia Canta ao País e Cantapueblo, o maior festival coral da América.
A importância do vinho
A produção mendocina se apóia na agroindústria, a vitivinicultura, a metalmecânica, minérios, a indústria mobiliária e os serviços.
60 % das exportações correspondem a manufaturas de origem agropecuária, manufaturas industriais e produtos primários, enquanto 40% restante são exportações de petróleo e derivados.
Mendoza é a principal província argentina exportadora de produtos vitivinícolas.
Tem 70% dos vinhedos de todo o país e quase 70% da produção de vinhos, com cerca de 1.200 adegas. Além disso, é a maior produtora na Argentina de suco de uva concentrado e destaca na elaboração e venda ao exterior de azeite de oliveira virgem e refinado.
Para impulsionar a economia interna, o governo provincial instrumentou um Escritório de Atração de Investimentos. Por outro lado, a Fundação ProMendoza é uma entidade pública e privada que promove a projeção internacional das pequenas e médias.
VINOS: ESPECIAL MULTIMEDIA
OS IMPERDÍVEIS DE MENDOZA
Cidade de Mendoza
A capital mendocina convida a passear. Chamam a atenção suas acéquias empedradas utilizadas para irrigação, as ruas arborizadas, as praças bem cuidadas, os comércios de artigos regionais, os centros culturais, os bares, restaurantes e hotéis. Um dos circuitos históricos mendocinos mais interessantes é o conhecido como as "Rotas Sanmartinianas", que aproximam o turista da vida do herói da independência.
Parque Aconcagua
This park features the highest peak in the Americas: 6,959,60 meters high. It stands as a pilgrimage place for mountain climbers from around the world. Its has many routes to test climbers’ physical endurance. Hiking journeys are organized to Plaza Francia, the mountain base from where climbers undertake the ascent on the most difficult side of the Aconcagua: the south wall.
Caminhos do vinho
Em Mendoza se concentra uma grande quantidade de adegas. Muitas delas abrem suas portas aos turistas para que conheçam seu funcionamento e degustem seus produtos. Há adegas tradicionais, artesanais, butiques e industriais, que realizam degustações, cursos de catação e programas de elaboração de vinhos.
San Rafael
Crossed by Atuel and Diamond rivers, which surprise with its imposing canyons, this town offers water sports and magnificent views in the area of Valle Grande, Los Reyunos and Nihuil, where the turquoise water is contained by reddish stone walls. It also offers tours in the mountains and visits to wineries.
Turismo-aventura
A geografia mendocina convida a praticar diversas atividades na montanha e nos rios. Uma das excursões que pode ser feita a cavalo é o Cruzamento dos Andes. Dura oito dias e se realiza pelo passo fronteiriço de Colina, até o Cajón del Maipú, no Chile. Há rios de dificuldade extrema, como o Diamante (só navegável de caiaques), e também outros muito tranqüilos. O rio Mendoza é ideal para praticar rafting.
Esquí
A alternativa é variada com complexos hoteleiros bem equipados e que permitem a pratica dos diferentes esportes de neve. O Vale de Las Leñas é considerado um dos melhores e é reconhecido por ter as pistas na saída dos hotéis. Os Penitentes e Os Vales do Prata, perto da capital, estão integrados ao Ponte do Inca e o Parque Provincial Aconcagua.
Termas
É o lugar ideal para se relaxar e curar doenças artríticas, cutâneas ou respiratórias em piscinas sulfurosas e ferrosas, e para desfrutar duchas de massagem e vapores termais. Alguns complexos são: Termal Los Molles, Termas de Cacheuta e Hostería Termal El Challao.
Festa Nacional da Vindima
Com a chegada do mês de março, Mendoza se prepara para sua máxima celebração, a Festa Nacional da Vindima. Com música, desfiles, a eleição da Rainha e coloridas cerimônias é que é recebida a estrela desta província: o vinho.
Vale de Uspallata e Ponte do Inca
Da cidade de Mendoza são alcançados esses dois pontos. O Vale de Uspallata está cercado por picos de mais de 5000 metros e uma paisagem povoada com salgueiros e choupos, cujas cores quentes contrastam com os tons azuis da montanha. A Ponte do Inca é uma formação geológica invulgar, coberto com fontes termais, e todas as lendas da civilização incaica.
Malargüe
As reservas de fauna La Payunia e Llancanelo; a Gruta das Bruxas, cheia de estalactites e estalagmites; a Laguna de la Niña Encantada, o Poso das Animas e o Vale das Leñas, para citar apenas algumas das maravilhas que merecem ser visitados nesta cidade do sul. Também encontra-se o Observatório de Raios Cósmicos Pierre Auger.
Tupungato
Na Cordilheira dos Andes, na área denominada Cordón del Plata, esta cidade permite admirar a montanha-vulcão Tupuntago de 6.800 metros de altura. Na área podem ser vistas neves eternas e geleiras. E também fazer visitas a vinícolas.
Fuente: www.pt.argentina.ar
viernes, 28 de mayo de 2010
Tierra del Fuego, extremo sul
É uma província rica em bosques milenares, lagos, montanhas nevadas e estepes, que oferece múltiplas possibilidades de praticar esportes de inverno e desfrutar de uma gastronomia com base em peixes e mariscos.
É uma província rica em bosques milenares, lagos, montanhas nevadas e estepes, que oferece múltiplas possibilidades de praticar esportes de inverno e desfrutar de uma gastronomia com base em peixes e mariscos.
Tierra del Fuego, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul é o nome oficial da província mais meridional da Argentina. Seu setor da patagônia limita ao oeste e ao sul com o Chile, e ao norte e ao leste com o oceano Atlântico.
É uma grande ilha separada do continente americano e a mais jovem das províncias argentinas. Foi habitada há 10.000 anos pelos indígenas yaganes, os haush e os onas.
Os primeiros europeus chegaram a esta região no ano de 1520, como parte da expedição espanhola, comandada por Fernando de Magalhães, quem deu seu nome ao estreito que separa Tierra del Fuego do continente e que comunica ambos oceanos.
A capital desta província do sul é Ushuaia, a cidade mais austral do mundo situada à beira do Canal de Beagle, conta com um aeroporto nas proximidades.
O clima de Ushuaia é frio com uma temperatura média anual de 5,7 °C e uma oscilação que vai de 1,5 em julho, a 9,4 °C em janeiro.
Tierra del Fuego é um pólo do turismo internacional. Os visitantes vão atraídos pelas montanhas, pelos glaciais, pelos bosques, pelas grandes e antigas estâncias e os centros de esqui. A gastronomia é rica em peixes e mariscos. Os produtos mais cobiçados são a centolla, o merlúcio preto e os mexilhões. Quanto às carnes, destaca-se o cordeiro fueguino.
ECONOMIA
A província conta com riquezas naturais como a madeira, a pesca, os minérios, os hidrocarburos e um pujante turismo. No que se refere às exportações, as principais são as de combustíveis e energia, seguidas pelas manufaturas de origem industrial.
A indústria está beneficiada com isenções fiscais e com um regime especial de impostos que tem como objetivo, facilitar o investimento e promover a atividade econômica.
A pesca é outro dos pilares da economia. Também é muito importante a criação de gado ovino. Comercializa-se a lã e também a carne e o couro.
ZONA SUL. USHUAIA
Ushuaia foi fundada como cidade em 1884. Situa-se sobre as costas do Canal de Beagle e está rodeada pelos montes Martial e Olivia, da Cordilheira dos Andes.
A cidade é a porta de entrada à Antártica, já que desde aqui zarpam os cruzeiros de turistas ao continente branco e ilhas próximas, em viagens que costumam durar entre uma semana e dez dias.
Um dos pontos turísticos desta pitoresca cidade é o antigo presídio, construído no começo do século XX. Hoje constitui o Museu Marítimo e do Presídio.
Trem do Fim do Mundo e Parque Nacional Tierra del Fuego
Uma linha de ferrovia que antigamente conduzia os presos desde o célebre penal de Ushuaia aos campos de trabalho, funciona, atualmente, com fins turísticos, atravessando bosques centenários e vales. O trem conecta um terminal situado na entrada do parque Nacional Tierra del Fuego com uma estação, 7 quilômetros mais adiante Atravessa o Cañadón del Toro e o río Pipo sobre a Ponte Queimada.
Depois entra no bosque subantártico, um dos poucos existentes no mundo, para chegar à Estação Parque Nacional. Tem carros com calefação para tornar a viagem mais prazenteira durante o inverno duro.
Além de Ushuaia e do Parque Nacional Tierra del Fuego, na Zona Sul da província há outros pontos turísticos, como Lago Escondido e as estâncias Harberton e Moat.
ZONA CENTRO. TURISMO ALTERNATIVO.LAGOS
Nesta zona há percursos que permitem a avistagem de condores, o turismo alternativo em caminhonetes 4X4 e o turismo rural em estâncias. A simpática cidade de Tolhuin oferece a possibilidade de passar a noite em hospedarias, bangalôs ou campings. Daqui partem excursões para visitar as estâncias do centro de Tierra del Fuego, realizar tours de pesca e caminhadas por bosques.
Os destinos aos quais não se deve deixar de visitar são os lagos Fagnano, Yehuin e Chepelmut e o Cabo San Pablo.
ZONA NORTE. ESTÂNCIAS
É uma típica meseta da patagônia. Caracteriza-se pela presença de grandes estabelecimentos rurais e a pesca de trutas. A cidade de Río Grande e a Missão Salesiana Nossa Senhora da Candelária - onde foram evangelizados os índios Ona- são outros pontos turísticos.
TURISMO DE INVERNO
As escarpadas cadeias montanhosas permitem a prática do esqui alpino (em descida), de esqui de fundo ou nórdico (em terreno plano) e de esqui de travessia (sobre terrenos mistos).
Outras atividades que podem ser realizadas são patinagem sobre gelo, caminhadas com raquetes de neve, snowboard e escalamento no gelo.
Nesta zona, organizam-se durante o inverno, vários encontros esportivos e culturais que convocam os turistas.
A Festa Nacional da Noite mais Longa é um evento musical que dá início à temporada de inverno; a Marcha Branca é uma travessia em esqui de fundo que une os diferentes centros de inverno e que reúne famílias inteiras; o Encontro Nacional de Esculturas em Neve é uma mostra de arte em gelo e o Ushuaia Sled Dog Race é uma competição em trenós puxados por cachorros.
E para os amantes do esqui, está Cerro Castor, o centro mais austral da Argentina e, portanto do mundo. Fica a 27 quilômetros da cidade de Ushuaia. Um dos aspectos mais valorizados pelos esquiadores é a qualidade de sua neve, que não somente é abundante, senão que também é muito suave conformada por um pó branco que nunca se converte em gelo graças às particularidades geográficas do lugar, com baixa altura e próximo do Pólo Sul.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
É uma província rica em bosques milenares, lagos, montanhas nevadas e estepes, que oferece múltiplas possibilidades de praticar esportes de inverno e desfrutar de uma gastronomia com base em peixes e mariscos.
Tierra del Fuego, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul é o nome oficial da província mais meridional da Argentina. Seu setor da patagônia limita ao oeste e ao sul com o Chile, e ao norte e ao leste com o oceano Atlântico.
É uma grande ilha separada do continente americano e a mais jovem das províncias argentinas. Foi habitada há 10.000 anos pelos indígenas yaganes, os haush e os onas.
Os primeiros europeus chegaram a esta região no ano de 1520, como parte da expedição espanhola, comandada por Fernando de Magalhães, quem deu seu nome ao estreito que separa Tierra del Fuego do continente e que comunica ambos oceanos.
A capital desta província do sul é Ushuaia, a cidade mais austral do mundo situada à beira do Canal de Beagle, conta com um aeroporto nas proximidades.
O clima de Ushuaia é frio com uma temperatura média anual de 5,7 °C e uma oscilação que vai de 1,5 em julho, a 9,4 °C em janeiro.
Tierra del Fuego é um pólo do turismo internacional. Os visitantes vão atraídos pelas montanhas, pelos glaciais, pelos bosques, pelas grandes e antigas estâncias e os centros de esqui. A gastronomia é rica em peixes e mariscos. Os produtos mais cobiçados são a centolla, o merlúcio preto e os mexilhões. Quanto às carnes, destaca-se o cordeiro fueguino.
ECONOMIA
A província conta com riquezas naturais como a madeira, a pesca, os minérios, os hidrocarburos e um pujante turismo. No que se refere às exportações, as principais são as de combustíveis e energia, seguidas pelas manufaturas de origem industrial.
A indústria está beneficiada com isenções fiscais e com um regime especial de impostos que tem como objetivo, facilitar o investimento e promover a atividade econômica.
A pesca é outro dos pilares da economia. Também é muito importante a criação de gado ovino. Comercializa-se a lã e também a carne e o couro.
ZONA SUL. USHUAIA
Ushuaia foi fundada como cidade em 1884. Situa-se sobre as costas do Canal de Beagle e está rodeada pelos montes Martial e Olivia, da Cordilheira dos Andes.
A cidade é a porta de entrada à Antártica, já que desde aqui zarpam os cruzeiros de turistas ao continente branco e ilhas próximas, em viagens que costumam durar entre uma semana e dez dias.
Um dos pontos turísticos desta pitoresca cidade é o antigo presídio, construído no começo do século XX. Hoje constitui o Museu Marítimo e do Presídio.
Trem do Fim do Mundo e Parque Nacional Tierra del Fuego
Uma linha de ferrovia que antigamente conduzia os presos desde o célebre penal de Ushuaia aos campos de trabalho, funciona, atualmente, com fins turísticos, atravessando bosques centenários e vales. O trem conecta um terminal situado na entrada do parque Nacional Tierra del Fuego com uma estação, 7 quilômetros mais adiante Atravessa o Cañadón del Toro e o río Pipo sobre a Ponte Queimada.
Depois entra no bosque subantártico, um dos poucos existentes no mundo, para chegar à Estação Parque Nacional. Tem carros com calefação para tornar a viagem mais prazenteira durante o inverno duro.
Além de Ushuaia e do Parque Nacional Tierra del Fuego, na Zona Sul da província há outros pontos turísticos, como Lago Escondido e as estâncias Harberton e Moat.
ZONA CENTRO. TURISMO ALTERNATIVO.LAGOS
Nesta zona há percursos que permitem a avistagem de condores, o turismo alternativo em caminhonetes 4X4 e o turismo rural em estâncias. A simpática cidade de Tolhuin oferece a possibilidade de passar a noite em hospedarias, bangalôs ou campings. Daqui partem excursões para visitar as estâncias do centro de Tierra del Fuego, realizar tours de pesca e caminhadas por bosques.
Os destinos aos quais não se deve deixar de visitar são os lagos Fagnano, Yehuin e Chepelmut e o Cabo San Pablo.
ZONA NORTE. ESTÂNCIAS
É uma típica meseta da patagônia. Caracteriza-se pela presença de grandes estabelecimentos rurais e a pesca de trutas. A cidade de Río Grande e a Missão Salesiana Nossa Senhora da Candelária - onde foram evangelizados os índios Ona- são outros pontos turísticos.
TURISMO DE INVERNO
As escarpadas cadeias montanhosas permitem a prática do esqui alpino (em descida), de esqui de fundo ou nórdico (em terreno plano) e de esqui de travessia (sobre terrenos mistos).
Outras atividades que podem ser realizadas são patinagem sobre gelo, caminhadas com raquetes de neve, snowboard e escalamento no gelo.
Nesta zona, organizam-se durante o inverno, vários encontros esportivos e culturais que convocam os turistas.
A Festa Nacional da Noite mais Longa é um evento musical que dá início à temporada de inverno; a Marcha Branca é uma travessia em esqui de fundo que une os diferentes centros de inverno e que reúne famílias inteiras; o Encontro Nacional de Esculturas em Neve é uma mostra de arte em gelo e o Ushuaia Sled Dog Race é uma competição em trenós puxados por cachorros.
E para os amantes do esqui, está Cerro Castor, o centro mais austral da Argentina e, portanto do mundo. Fica a 27 quilômetros da cidade de Ushuaia. Um dos aspectos mais valorizados pelos esquiadores é a qualidade de sua neve, que não somente é abundante, senão que também é muito suave conformada por um pó branco que nunca se converte em gelo graças às particularidades geográficas do lugar, com baixa altura e próximo do Pólo Sul.
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Fuente: www.pt.argentina.ar
Santa Cruz, a Patagônia infinita
A terra do Glacial Perito Moreno alberga mais gigantes de gelo, lagos deslumbrantes, o célebre Fitz Roy e amplas costas de mar turquesa. Sulcada pelos ventos, sua paisagem imensa e selvagem convida à descoberta.
A província constitui o extremo continental sul da República Argentina, na região patagônica. Insere-se de forma de cunha, recebendo a influência de duas massas extremamente importantes: a Atlântica e a Pacífica. Divisa ao norte com a província de Chubut; ao oeste com Chile, ao sul com Chile e o Estreito de Magalhães e ao leste com o Oceano Atlântico.
A superfície total é de 243.943 Km2. É a segunda província em extensão depois de Buenos Aires. Sua capital é a cidade de Río Gallegos. Outras cidades importantes são Río Turbio, Puerto San Julián, El Calafate e Caleta Olivia, para mencionar algumas.
A Universidade Nacional da Patagônia Austral tem sede nas cidades de Río Gallegos, Caleta Olivia, San Julián e Río Turbio. Com mais de 30 cursos de graduação e pós-graduação, ano a ano aumenta a quantidade de estudantes que a elegem.
Suas terras albergam um dos ícones do turismo na Argentina, o Glacial Perito Moreno, visitado a cada ano por turistas de todo o mundo. Porém, este gigante de gelo não é seu único atrativo: lagos deslumbrantes, mais e mais glaciais, picos montanhosos, covas com mãos milenares, um bosque petrificado, a estepe patagônica, chácaras e estâncias, praias com alcantilados e o oceano azul mais turquesa que se possa imaginar.
GEOGRAFIA
O território compreende duas zonas bem diferenciadas: a da cordilheira, ao oeste e a das mesetas no centro e o leste. Na Cordilheira dos Andes, apoio do limite com Chile, erguem-se cumes como o Fitz Roy, de 3.405 metros e no cerro Agassiz de 3.180. Estão nela numerosos lagos, como o Buenos Aires, Pueyrredón, San Martín, Viedma e Argentino. Uma característica desta região é o grande desenvolvimento glacial e os campos de gelo continental que cobrem, como uma couraça branca, a parte central da cordilheira. Mais de 2.000 Km2 destes campos de gelo estão em território provincial. Dele se desprendem imensos glaciais, como o Viedma, o Upsala e o Perito Moreno.
Ao leste da zona da cordilheira predominam os relevos das mesetas como a grande meseta central. Também erguem-se alguns cerros isolados e algumas depressões, denominadas baixos, como o Grande Baixo de San Julián. A meseta termina na costa atlântica, com um elevado alcantilado em que somente interrompem as desembocaduras dos grandes rios que correm em direção oeste-leste, como o Deseado, o Chico, o Santa Cruz, o Coig e o Gallegos.
Conta com uma temperatura média de 8,99º C., velocidade média do vento 24 Km/hora, precipitação média anual de 255 mm.
HISTÓRIA
Antes da chegada dos europeus, o atual território santacruceño estava ocupado por populações indígenas –pertencentes ao complexo cultural tehuelche–, nômades e caçadores de guanacos e choiques. Durante o verão, estes habitavam na cordilheira livre de neves e no inverno, na costa. Foi precisamente na costa onde Magalhães os encontrou.
Quando começou a insinuar-se o interesse de outras potências coloniais pelo extremo austral da América, Espanha projetou garantir sua presença no Atlântico Sul. A longa lista de explorações foi iniciada em 1520 por Magalhães. Em 1578, quando o pirata inglês Francis Drake percorreu a zona e atravessou o estreito de Magalhães para assaltar vários portos espanhóis do Pacífico, Pedro Sarmiento de Gamboa foi comissionado para fortificar ambas margens do estreito, e assim fechá-lo para a navegação inglesa.
Em 1878, a criação da governação da Patagônia com capital em Viedma, sentou as bases definitivas da soberania nacional. A lei orgânica dos Territórios Nacionais de 1884 subdividiu a governação patagônica nas governações de Neuquén, Río Negro, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego. Em 1955 foram criadas as províncias de Río Negro, Neuquén, Chubut e Patagônia. Esta última compreendia o território de Santa Cruz, Tierra del Fuego, as ilhas do Atlântico Sul e o Setor Antártico Argentino. Em 1957, adquiriu o estatuto de província.
ECONOMIA
Baseia-se principalmente na extração de petróleo, gás butano e metano. Tem abundantes reservas naturais, com demanda sustentada.
A pesca evoluiu significativamente: merluza, pota –semelhante à lula, camarão, corvina e lula são alguns dos produtos mais comuns.
Na mineração, explora-se ouro no Cerro Vanguardia com uma importante produção, e ouro com prata na mina de Manantial Espejo. Tradicionalmente a exploração de minérios era de carvão (hulha) nas minas de Río Turbio, argilas e caulins na zona de San Julián e a exploração de salinas para uso doméstico.
Outro ramo característico é a pecuária com criação de ovinos. Possui além disso no setor industrial, unidades elaboradoras e conservadoras de peixe e seus derivados.
A província de Santa Cruz é pioneira a nível mundial no uso de energias alternativas renováveis: a grande amplitude das marés -que se verifica, com macaréus- principalmente nas rias e estuários é fonte de grande potencial para obter energia mareomotriz.
Embora as condições climáticas tenham restringido a agricultura tradicional, a província está obtendo interessantes produções de frutas ácidas (cereja, framboesa, calafate, morango) e alho.
Outro grande fator da economia santacruceña é o turismo, em especial em sua modalidade de aventura.
OS IMPERDÍVEIS
Parque Nacional Los Glaciares
47 glaciais ocupam 2.600 km2 na zona andina da província. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. O mais célebre é o Perito Moreno, contudo o Upsala, Onelli, Spegazzini ou Torre também deixarão seus visitantes maravilhados. Ao norte do parque está o Cerro Fitz Roy, ponto iniludível para alpinistas e devotos do trekking.
O Calafate e o Glacial Perito Moreno
Para muitos, a oitava maravilha do mundo. É o mais famoso do Parque Nacional Los Glaciares. Com uma extensão de 4 km de largura por 60 metros de altura, seu imutável branco apenas é sacudido por quedas a cada 2 ou 4 anos que chamam a atenção de todo o mundo. O Calafate é o ponto de partida para visitar todos os glaciais com uma sólida infra-estrutura turística.
Parque Nacional Perito Moreno
Está coberto por coirones, mata torcida e marcado pela grandiosidade de cumes montanhosos nevados. Compreende uma série de lagos unidos entre si que deságuam finalmente no rio Belgrano. Os lagos são: Mogote, Península, Azara, Volcán, Escondido, Belgrano, Burmeister e Nansen. Cavalgatas e trekking, a melhor opção para descobri-lo.
Cova das Mãos
Alberga a maior concentração de pinturas rupestres do país: em 600 metros de paredões, beirais e a própria cova, distribuem-se 800 eslaides de mãos com cores vivas. Está situada no centro-norte da província, perto da cidade de Perito Moreno, limitando com o parque homônimo.
El Chaltén e o Fitz Roy
Esta jovem cidade foi declarada Capital Nacional do Trekking. E não é para menos. Com o Fitz Roy e o Parque Nacional Os Glaciais como cenário, a variedade de caminhadas, escaladas e passeios é praticamente infinita e diferente em cada estação do ano. Está em vias de converter-se na estrela do turismo na província.
Parque Nacional Monte de León
A 210 Km. de Río Gallegos, uma formação geomorfológica lembra a figura de um leão escondido. Trata-se de uma península desgastada pelo vento e o mar, orientada em direção ao Atlântico. Convivem uma notável colônia de Pingüins de Magalhães e junto às águas, a cada primavera, podem ser observados duas paragens de lobos marinhos de um pêlo.
Puerto Deseado e as Baías
Sua geografia deu à zona muitos lugares de interesse para o viajante. Seja visitando a Reserva Natural Ria Deseado (um lugar único onde convivem cormorões e pingüins), ou as ilhas Quiroga, Chaffers, de los Pájaros e Punta del Paso; ou el Cabo Blanco com seu farol e alcantilados borrascosos; ou as baías Laura, Oso Marino e Cañadón del Duraznillo, Puerto Deseado é um ponto obrigatório.
Bosque Petrificado
Desde Caleta Olivia, na entrada norte da província e sobre o litoral, ingressa-se ao Monumento Natural Bosques Petrificados, um dos melhores expoentes do processo de petrificação sobre antiqüíssimos bosques patagônicos, em uma extensão de 61.228 ha.
Históricos portos e museus
Declarados lugares de interesse histórico, os portos propõem ao visitante um visão diferente da cultura patagônica e dos primeiros navegantes que chegaram: el Puerto Santa Cruz; Puerto Deseado, descoberto em 1520 por Magalhães; a Ilha Pavón, onde habitou a primeira mulher branca da Patagônia e Puerto San Julián, onde chegou o famoso pirata inglês, Francis Drake.
Turismo rural: estâncias
A estância representa uma parte importantíssima da história viva desta região. Atualmente, oferecem ao visitante todos seus mistérios, histórias e tradições. Destaca-se o atendimento exclusivo e personalizado, bom gosto e contato com a natureza, em um ambiente de conforto e hospitalidade patagônica que se conjugam para que sua estada na província seja uma experiência inigualável.
Os Antigos
Sobre o Lago Buenos Aires e com a Cordilheira de fundo, este pequeno povoado é um destino iniludível para pescar trutas, salmões e percas em suas águas transparentes ou degustar sua exclusiva produção de frutas finas. Também é um bom ponto para chegar até a Cova das Mãos.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
A província constitui o extremo continental sul da República Argentina, na região patagônica. Insere-se de forma de cunha, recebendo a influência de duas massas extremamente importantes: a Atlântica e a Pacífica. Divisa ao norte com a província de Chubut; ao oeste com Chile, ao sul com Chile e o Estreito de Magalhães e ao leste com o Oceano Atlântico.
A superfície total é de 243.943 Km2. É a segunda província em extensão depois de Buenos Aires. Sua capital é a cidade de Río Gallegos. Outras cidades importantes são Río Turbio, Puerto San Julián, El Calafate e Caleta Olivia, para mencionar algumas.
A Universidade Nacional da Patagônia Austral tem sede nas cidades de Río Gallegos, Caleta Olivia, San Julián e Río Turbio. Com mais de 30 cursos de graduação e pós-graduação, ano a ano aumenta a quantidade de estudantes que a elegem.
Suas terras albergam um dos ícones do turismo na Argentina, o Glacial Perito Moreno, visitado a cada ano por turistas de todo o mundo. Porém, este gigante de gelo não é seu único atrativo: lagos deslumbrantes, mais e mais glaciais, picos montanhosos, covas com mãos milenares, um bosque petrificado, a estepe patagônica, chácaras e estâncias, praias com alcantilados e o oceano azul mais turquesa que se possa imaginar.
GEOGRAFIA
O território compreende duas zonas bem diferenciadas: a da cordilheira, ao oeste e a das mesetas no centro e o leste. Na Cordilheira dos Andes, apoio do limite com Chile, erguem-se cumes como o Fitz Roy, de 3.405 metros e no cerro Agassiz de 3.180. Estão nela numerosos lagos, como o Buenos Aires, Pueyrredón, San Martín, Viedma e Argentino. Uma característica desta região é o grande desenvolvimento glacial e os campos de gelo continental que cobrem, como uma couraça branca, a parte central da cordilheira. Mais de 2.000 Km2 destes campos de gelo estão em território provincial. Dele se desprendem imensos glaciais, como o Viedma, o Upsala e o Perito Moreno.
Ao leste da zona da cordilheira predominam os relevos das mesetas como a grande meseta central. Também erguem-se alguns cerros isolados e algumas depressões, denominadas baixos, como o Grande Baixo de San Julián. A meseta termina na costa atlântica, com um elevado alcantilado em que somente interrompem as desembocaduras dos grandes rios que correm em direção oeste-leste, como o Deseado, o Chico, o Santa Cruz, o Coig e o Gallegos.
Conta com uma temperatura média de 8,99º C., velocidade média do vento 24 Km/hora, precipitação média anual de 255 mm.
HISTÓRIA
Antes da chegada dos europeus, o atual território santacruceño estava ocupado por populações indígenas –pertencentes ao complexo cultural tehuelche–, nômades e caçadores de guanacos e choiques. Durante o verão, estes habitavam na cordilheira livre de neves e no inverno, na costa. Foi precisamente na costa onde Magalhães os encontrou.
Quando começou a insinuar-se o interesse de outras potências coloniais pelo extremo austral da América, Espanha projetou garantir sua presença no Atlântico Sul. A longa lista de explorações foi iniciada em 1520 por Magalhães. Em 1578, quando o pirata inglês Francis Drake percorreu a zona e atravessou o estreito de Magalhães para assaltar vários portos espanhóis do Pacífico, Pedro Sarmiento de Gamboa foi comissionado para fortificar ambas margens do estreito, e assim fechá-lo para a navegação inglesa.
Em 1878, a criação da governação da Patagônia com capital em Viedma, sentou as bases definitivas da soberania nacional. A lei orgânica dos Territórios Nacionais de 1884 subdividiu a governação patagônica nas governações de Neuquén, Río Negro, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego. Em 1955 foram criadas as províncias de Río Negro, Neuquén, Chubut e Patagônia. Esta última compreendia o território de Santa Cruz, Tierra del Fuego, as ilhas do Atlântico Sul e o Setor Antártico Argentino. Em 1957, adquiriu o estatuto de província.
ECONOMIA
Baseia-se principalmente na extração de petróleo, gás butano e metano. Tem abundantes reservas naturais, com demanda sustentada.
A pesca evoluiu significativamente: merluza, pota –semelhante à lula, camarão, corvina e lula são alguns dos produtos mais comuns.
Na mineração, explora-se ouro no Cerro Vanguardia com uma importante produção, e ouro com prata na mina de Manantial Espejo. Tradicionalmente a exploração de minérios era de carvão (hulha) nas minas de Río Turbio, argilas e caulins na zona de San Julián e a exploração de salinas para uso doméstico.
Outro ramo característico é a pecuária com criação de ovinos. Possui além disso no setor industrial, unidades elaboradoras e conservadoras de peixe e seus derivados.
A província de Santa Cruz é pioneira a nível mundial no uso de energias alternativas renováveis: a grande amplitude das marés -que se verifica, com macaréus- principalmente nas rias e estuários é fonte de grande potencial para obter energia mareomotriz.
Embora as condições climáticas tenham restringido a agricultura tradicional, a província está obtendo interessantes produções de frutas ácidas (cereja, framboesa, calafate, morango) e alho.
Outro grande fator da economia santacruceña é o turismo, em especial em sua modalidade de aventura.
OS IMPERDÍVEIS
Parque Nacional Los Glaciares
47 glaciais ocupam 2.600 km2 na zona andina da província. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. O mais célebre é o Perito Moreno, contudo o Upsala, Onelli, Spegazzini ou Torre também deixarão seus visitantes maravilhados. Ao norte do parque está o Cerro Fitz Roy, ponto iniludível para alpinistas e devotos do trekking.
O Calafate e o Glacial Perito Moreno
Para muitos, a oitava maravilha do mundo. É o mais famoso do Parque Nacional Los Glaciares. Com uma extensão de 4 km de largura por 60 metros de altura, seu imutável branco apenas é sacudido por quedas a cada 2 ou 4 anos que chamam a atenção de todo o mundo. O Calafate é o ponto de partida para visitar todos os glaciais com uma sólida infra-estrutura turística.
Parque Nacional Perito Moreno
Está coberto por coirones, mata torcida e marcado pela grandiosidade de cumes montanhosos nevados. Compreende uma série de lagos unidos entre si que deságuam finalmente no rio Belgrano. Os lagos são: Mogote, Península, Azara, Volcán, Escondido, Belgrano, Burmeister e Nansen. Cavalgatas e trekking, a melhor opção para descobri-lo.
Cova das Mãos
Alberga a maior concentração de pinturas rupestres do país: em 600 metros de paredões, beirais e a própria cova, distribuem-se 800 eslaides de mãos com cores vivas. Está situada no centro-norte da província, perto da cidade de Perito Moreno, limitando com o parque homônimo.
El Chaltén e o Fitz Roy
Esta jovem cidade foi declarada Capital Nacional do Trekking. E não é para menos. Com o Fitz Roy e o Parque Nacional Os Glaciais como cenário, a variedade de caminhadas, escaladas e passeios é praticamente infinita e diferente em cada estação do ano. Está em vias de converter-se na estrela do turismo na província.
Parque Nacional Monte de León
A 210 Km. de Río Gallegos, uma formação geomorfológica lembra a figura de um leão escondido. Trata-se de uma península desgastada pelo vento e o mar, orientada em direção ao Atlântico. Convivem uma notável colônia de Pingüins de Magalhães e junto às águas, a cada primavera, podem ser observados duas paragens de lobos marinhos de um pêlo.
Puerto Deseado e as Baías
Sua geografia deu à zona muitos lugares de interesse para o viajante. Seja visitando a Reserva Natural Ria Deseado (um lugar único onde convivem cormorões e pingüins), ou as ilhas Quiroga, Chaffers, de los Pájaros e Punta del Paso; ou el Cabo Blanco com seu farol e alcantilados borrascosos; ou as baías Laura, Oso Marino e Cañadón del Duraznillo, Puerto Deseado é um ponto obrigatório.
Bosque Petrificado
Desde Caleta Olivia, na entrada norte da província e sobre o litoral, ingressa-se ao Monumento Natural Bosques Petrificados, um dos melhores expoentes do processo de petrificação sobre antiqüíssimos bosques patagônicos, em uma extensão de 61.228 ha.
Históricos portos e museus
Declarados lugares de interesse histórico, os portos propõem ao visitante um visão diferente da cultura patagônica e dos primeiros navegantes que chegaram: el Puerto Santa Cruz; Puerto Deseado, descoberto em 1520 por Magalhães; a Ilha Pavón, onde habitou a primeira mulher branca da Patagônia e Puerto San Julián, onde chegou o famoso pirata inglês, Francis Drake.
Turismo rural: estâncias
A estância representa uma parte importantíssima da história viva desta região. Atualmente, oferecem ao visitante todos seus mistérios, histórias e tradições. Destaca-se o atendimento exclusivo e personalizado, bom gosto e contato com a natureza, em um ambiente de conforto e hospitalidade patagônica que se conjugam para que sua estada na província seja uma experiência inigualável.
Os Antigos
Sobre o Lago Buenos Aires e com a Cordilheira de fundo, este pequeno povoado é um destino iniludível para pescar trutas, salmões e percas em suas águas transparentes ou degustar sua exclusiva produção de frutas finas. Também é um bom ponto para chegar até a Cova das Mãos.
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Fuente: www.pt.argentina.ar
Chubut, montanhas e oceano
Eleita por baleias, orcas e pingüins, esta província oferece também, uma infinidade de paisagens agrestes e selvagens em quilômetros de natureza em estado puro, onde se pode esquiar, mergulhar ou praticar windsurfe.
A província deve seu nome ao rio homônimo que a percorre, desde a Cordilheira dos Andes e até o Oceano Atlântico. “Chubut” pertence à língua dos tehuelches, aborígines que povoaram a região e significa "transparente" devido à claridade das águas no curso superior do rio.
Está localizada no centro da Patagônia argentina, estende-se entre os paralelos 42º e 46º de latitude sul, divisa ao norte com a província de Rio Negro, ao sul com a província de Santa Cruz, ao oeste com a República do Chile e ao leste com o Oceano Atlântico.
Conta com uma população estimada de 413.240 habitantes, uma superfície de 224.686 km2 e é a terceira província mais extensa da República Argentina.
Sua capital, Rawson, foi o primeiro assentamento dos galeses no sul, no final do século XIX. Conta com mais de 27.000 habitantes, mostra um importante crescimento urbano e numerosos atrativos culturais, entre os quais se destacam o museu Salesiano, de grande valor antropológico, o centro cultural José Hernández, o Centro de Resgate Histórico da cidade e a capela Berwyn, entre outros edifícios.
Comodoro Rivadavia é uma das cidades mais importantes da província. É conhecida como a "Capital Nacional do Petróleo" por ser o primeiro lugar onde foi descoberto, no território nacional, em 1907. As jazidas de exploração petroleira estão situadas nos arredores da bacia do Golfo San Jorge e abastecem uma importante porcentagem do consumo nacional. Também, é a maior cidade da Patagônia Sul. Tem uma excelente infra-estrutura hoteleira e gastronômica, além de lugares de espairecimento e recreação.
Por sua vez, Puerto Madryn possui um valor turístico e uma localização estratégica, já que é a porta de entrada à Península Valdés, declarada pela UNESCO em 1999 como Patrimônio Natural da Humanidade por ser o único lugar no mundo onde se pode observar o encalhamento intencional das orcas sobre a praia para capturar suas presas, também há lobos e elefantes marinhos, que em temporada de reprodução mostram as lutas entre os machos pela posse das fêmeas. Muito próximo poderá desfrutar a possibilidade de embarcar e se aproximar dos enormes exemplares de baleia Franca Austral, brincar com golfinhos ou se deleitar com a companhia dos botos-oveiros.
Os Pingüins de Magalhães elegem, também perto de Madryn, Punta Tombo, a maior pingüineira continental da América do Sul com mais de 175.000 ninhos ativos.
A geografia singular da província, conformada por montanhas e bosques andinos, lagos, extensos planaltos interiores, praias e costas alcantiladas, fazem de Chubut um lugar natural privilegiado, enriquecido com uma história apaixonante da qual se desprendem manifestações culturais, como a colonização galesa e os restos paleontológicos e arqueológicos, constituídos como importantes atrativos turísticos.
A província conta, também, com Áreas Naturais Protegidas, zonas especialmente consagradas à proteção e manutenção de diversidade biológica, assim como dos recursos naturais e culturais associados a eles.
ECONOMIA
Chubut é uma província cujas potencialidades de crescimento e desenvolvimento se evidenciam em todas suas regiões, entre as áreas de investimento que resultam de maior atrativo podem ser indicados os seguintes setores:
-Turístico: sobretudo, no relacionado com hotelaria e infra-estrutura e serviços complementares.
- Metalmecânico: apresenta um alto potencial de crescimento sustentado integrado ao setor petroleiro e ao da construção como fornecedor de insumos.
- Frutícola: em atividades relacionadas com a produção primária e os avanços na cadeia de valor.
- Vitivinícola: as potencialidades agroclimáticas e os bem-sucedidos resultados obtidos nos cultivos existentes, posicionam este setor como uma atividade de alta qualidade.
- Produção de madeira.
-Têxtil e de lã.
TURISMO
A província de Chubut, por sua extensão e pela diversidade de sua geografia e paisagens é um importante centro turístico nacional e internacional. Oferece atividades de todos os tipos e para todas as idades: esqui, rafting, trekking, mergulho, rappel, carrovelismo, sandboard, caiaque, surfe e windsurfe, mountainbike, cavalgadas, avistagem de fauna, turismo rural e travessias 4x4, entre muitas outras atividades.
OS IMPERDÍVEIS DE RIO NEGRO
Áreas Naturais Protegidas
É o maior atrativo da Província. Alberga paisagens de beleza inigualável onde a biodiversidade convida o turista a desfrutar momentos únicos e inesquecíveis que apenas poderá vivenciar nestas maravilhosas terras patagônicas.
Poucos lugares do mundo oferecem a possibilidade de desfrutar a natureza em seu estado puro, além de observar em seu âmbito natural a uma grande diversidade de fauna. Quem visitar estas áreas poderá realizar múltiplas atividades, desde avistar a colossal Baleia Franca Austral, os pingüins, aves, lobos e elefantes marinhos; até empreender uma caminhada pelo bosque andino patagônico ou viver a experiência de um safári fotográfico no bosque petrificado, entre outras.
Fauna
É, sem dúvida, a atividade de maior convocação para quem visita Chubut. A avistagem de baleias, pingüins, lobos ou elefantes marinhos, orcas e golfinhos, tem as coisas da província como sua sede exclusiva.
A baleia franca austral pode ser vista na Península Valdés, desde a cidade de Puerto Pirámides, a partir de junho e até meados de dezembro. Nesta maravilhosa vila balneária poderá optar pelo serviço de empresas que transladarão o visitante a este emocionante encontro. Este mamífero marinho elege a tranqüilidade das águas dos Golfos Nuevo e San José para emparelhar-se e parir seus filhotes. A avistagem tem uma duração de aproximadamente uma hora. As pequenas embarcações se aproximam a distâncias prudenciais, e ali esperam a chegada destes curiosos mamíferos. Podem ser fotografadas enquanto passam por baixo das embarcações, graças à transparência das águas.
Também se realizam avistagens de orcas de fevereiro a abril e de setembro a novembro; e de golfinhos de janeiro a março. Outra personagem marinha especial que chega a estas costas é o boto, o menor golfinho do mundo. Entre abril e novembro, Embarcando-se desde Playa Unión, a vila balneária de Rawson, pode se entrar em contato com este mamífero de branco e preto com um metro e meio de comprimento que se movimentam em grupos de 2 a 10 animais.
Na Península Valdés está a única paragem continental de elefantes marinhos. Lobos e elefantes marinhos compartilham as mesmas praias no verão: época em que os lobos estão em temporada de reprodução. Estes são pardos e se transladam em terra usando as nadadeiras anteriores e posteriores. Os elefantes marinhos são cinza claro e se transladam sozinhos com as nadadeiras anteriores. A melhor época do ano para ver elefantes ativos é a primavera, particularmente em outubro, já que entre agosto e novembro estão em temporada de reprodução.
Punta Tombo contém a maior colônia reprodutiva de pingüins de Magalhães, que pode ser apreciada de setembro a abril.
Bosque Petrificado
Situado no centro-sul da província, contém uma grande riqueza paleobotânica conformada por grandes troncos de coníferas do antigo bosque que cobria a estepe atual. A área se localiza no que foi o antigo leito marinho, criando-se uma paisagem lunar com grande diversidade de cores.
Na mesma Reserva se pode visitar o centro de interpretação que compreende restos paleontológicos e arqueológicos da região.
Cabo Duas Baías
Esta zona é considerada a mais bela dentro do sistema de Áreas Protegidas costeiras pelo contraste paisagístico de suas pedras vermelhas e o mar azul. Aqui uma importante colônia de pingüins lobos marinhos de um pêlo, tropilhas de guanacos e outra fauna patagônica.
Cascatas Nant e Fall
Próximo da cidade de Trevelin, encravada no bosque andino patagônico, na região mais oeste da província, situa-se a 540 metros sobre o nível do mar, e encerra quatro cascatas do Arroio Nant e Fall sobressaindo de um âmbito multicolorido formado por espécies tais como: ciprestes associados com coihues, radales, lauras e maitenes. Entre a fauna há várias espécies que podem ser vistas ocasionalmente, entre elas: martim-pescador, pomba-torcaz, chimango, tordo patagônico, águia moras, fio-fios, gaviões, abutres, gato montês e javalis.
Pedra Parada
Encerra atrativos que incluem atividades de turismo ativo, arqueológico, paleontológico, histórico e cultural. Situa-se a 42 km de Gualjaina, onde há beirais com pinturas rupestres, troncos petrificados e as monumentais formações rochosas, dando um atrativo singular a este vale sulcado pelo Rio Chubut.
O vale de Pedra Parada tem um comprimento de 95 quilômetros, situado entre Gualjaina e Passo do Sapo. A paisagem está composta por profundas canhadas, suaves serras, cavernas monumentais e uma policromia cativante. Suas características naturais fizeram deste lugar uma parada abrigada de povos originários, o que permite considerá-lo como uma importante jazida de objetos e utensílios aos quais se acrescentam vários lugares com pinturas rupestres todos os elementos de grande valor antropológico. Também as condições ambientais de extrema aridez combinadas com o processo de formação geológica que lhe deu origem, aviva as expectativas de converter-se também em um ponto de interesse paleontológico.
Parques Nacionais
O Parque Nacional Los Alerces é um dos testemunhos mais importantes da riqueza natural do Chubut. É o único bosque milenar da Argentina e um dos quatro remanescentes que existem no mundo. Com mais de 2.700 anos de idade e cerca de cinqüenta e sete metros de altura, o gigantesco Lariço denominado "O Avô" pelos habitantes do lugar, requer mais de oito pessoas para ser abraçado na circunferência de seu tronco.
A característica diferencial da zona da cordilheira do Chubut é que estes exemplares formam aqui bosques, sendo que o lariço cresce, basicamente disperso, tal como ocorre no restante dos poucos lugares onde há esta conífera surpreendente.
O Parque Nacional Lago Puelo é o lugar de preservação da selva valdiviana e em um de seus limites alberga o deslumbrante Lago Puelo, de onde vem seu nome.
Lagos
A chamada Comarca dos Lagos se relaciona, também, com atrativos pontuais como os incríveis lariços milenares, o imponente Complexo Hidrelétrico Futaleufú, os inumeráveis vestígios da colonização galesa, especialmente, na pitoresca cidade de Trevelín, e as diversas possibilidades de aproximação à natureza.
Com muitos quilômetros de cordilheira e um importante desenvolvimento na área de serviços para o pescador, esta comarca oferece grande diversidade de alternativas para a prática da pesca com mosca em lagos e rios.
A apenas 13 quilômetros de Esquel, está o centro de Esqui e Snowboard La Hoya. Um trem a vapor construído no início do século XX, La Trochita, conserva-se em seu estado original e levará você em uma viagem através de mesetas e vales, unindo esta comarca Andina do paralelo 42°.
O Lago Puelo é um dos mais importantes. Está a escassos metros do Parque Nacional homônimo e faz divisa ao norte com a cidade de El Bolsón, província de Rio Negro.
Este Lago, junto com outras cidades próximas como El Hoyo, Epuyén, Cholila e El Maitén, forma a chamada Comarca Andina do Paralelo 42. Lago Puelo conta com um microclima particular: o fato de estar situado a apenas 170 metros sobre o nível do mar em um vale longitudinal com orientação norte sul, permite que as temperaturas médias no inverno não sejam tão rigorosas, tornando possível desfrutar o turismo com diferentes alternativas durante todo o ano.
Outro lago que está começando a atrair visitantes é o Baggilt, a 10 km. do Chile, constituindo uma área de Turismo Ativo, especial para realizar atividades de aventura. Dentro da fauna local está o Huemul e trutas Arco-íris e Fontinalis. Também conta com um Glacial de gelos eternos ao qual se ingressa mediante um trekking que transcorre por paisagens de agreste beleza.
E o Lago Futalaufquen, dentro do Parque Nacional Los Alerces conjuga águas cristalinas e um âmbito de vegetação imelhorável, convertendo-o em um dos mais bonitos de toda a Patagônia.
Neve
O Centro de Atividades de Montanha La Hoya, em Esquel, recebe os amantes do esporte branco com a neve em pó mais pura e persistente da Argentina. Tem 24 pistas de vários níveis de dificuldade, aptas para expertos e principiantes.
Neste centro de Montanha se pratica o esqui alpino, em todos os níveis, contando também com uma área para o esqui de travessia e snowboard, e um circuito para motos de neve. Esta variedade de atividades faz com que La Hoya seja o lugar elegido pelas famílias e pelos esquiadores avançados, já que todos conseguem encontrar uma opção para desfrutar e divertir-se. Conta com 11 meios de elevação: 4 cadeiras aéreas, 5 tele-esquis, 1 T-bar e um Poma bambi. Além disso, encontrará à sua disposição: três confeitarias, uma escola de esqui, guarderia, um lugar onde poderá alugar equipamentos de esqui e motos de neves e um guarda-esquis.
Graças a que o cerro está na região denominada Comarca de los Alerces, pode se desfrutar de outros atrativos da zona. como La Trochita e o Parque Nacional Los Alerces.
Mergulho
Amadores e profissionais do mergulho de todas as partes do mundo chegam a Chubut para se deleitarem com a beleza natural das profundidades marinhas. Ninguém se resiste ao mar azul e cristalino esperando ser explorado, rico em fauna exclusiva e acompanhado de instrutores do melhor nível.
Pesca com mosca e pesca esportiva
Com mais de 800 quilômetros de cordilheira e um importante desenvolvimento na área de serviços para o pescador, Chubut oferece grande diversidade de alternativas para a prática da pesca esportiva. Os lugares oferecem duas características definidas: a estepe e o bosque andino patagônico, ambos com imelhorável qualidade de trutas silvestres.
Para a pesca com mosca, destaca-se o Parque Nacional Lago Puelo, situado na área da cordilheira. Está habitado por Trutas Arco-íris, Truta Marrom e Truta de Arroio. Destaca-se para a pesca em seus principais afluentes: o Rio Azul, o Rio Turbo, o Rio Epuyén e tem sua foz no Rio Puelo. O Lago Epuyén é um bonito espelho de água, onde é possível achar Arco-íris de bom tamanho. Também no Parque Nacional Los Alerces se complementam a exuberância da paisagem com a pesca de variadas espécies, tamanho e ação. Os lagos Rivadavia, Futalaufquen e Krugger, e seus rios afluentes são zonas pesqueiras por excelência.
Na zona da estepe, o rio Chubut se caracteriza por águas baixas e por estarem povoadas de peixes. O lago Cholila é a zona para onde migraram os cobiçados salmões encerrados. Seu principal afluente é o Rio Tigre, de águas leitosas, mas rendedoras na hora de pescar salmões. O Rio Carrenleufú é um bontio rio para flutuar até sua chegada ao Lago Rivadavia.
As áreas de Rio Pico e Corcovado são provavelmente as melhores para pesca de trutas em toda a Patagônia. O trecho superior do rio Corcovado e sua boca no lago Vintter oferecem capturas de grandes Arco-íris e Trutas de Arroio, estas últimas com os maiores tamanhos ao nível mundial.
O Lago La Plata é sem dúvida, um dos espelhos lacustres mais bonitos da cordilheira do Chubut, com baías muito fechadas e um majestoso bosque de lengas. Grandes quantidades de arroios chegam a este espelho de água, convertendo esses desaguamentos em ótimos lugares de pesca.
Em Chubut há uma filosofia conservacionista que se traduz em uma forte regulamentação da pesca, alentando a captura e devolução. A organização para o controle inclui a presença de guardapescas em todas as áreas e a realização de estudos técnicos que assegurem a sustentabilidade dos ambientes, que oferecem ótimas qualidades ecológicas, trutas silvestres e águas cristalinas.
Turismo rural
Ao longo de toda a província, o turista poderá realizar circuitos de agroturismo. Queijos caseiros, frutas finas, conservas de fungos, hidroponia, cultivos de frutas e vegetais, doces e licores artesanais, são alguns dos produtos que poderá adquirir depois de conhecer os segredos de sua produção e elaboração.
A visita a estâncias rurais permite ao visitante desfrutar de um ambiente tradicional, degustando os mais saborosos pratos de elaboração caseira e conhecer as atividades do campo.
Cultura galesa
A chegada dos colonos galeses significou o primeiro passo no desenvolvimento desta parte do solo argentino, e também a continuação de uma cadeia cultural milenar que continua até hoje e está presente na vida cotidiana dos habitantes chubutenses através da arquitetura religiosa galesa, as casas de chá e o Eisteddfod, um festival literário-musical tem suas origens no século VI e, atualmente, apenas se realiza em Gales e Chubut. Esquel, Trevelin e Corcovado, mas também Trelew e Rawson mantêm viva esta tradição e são importantes centros de degustação da cultura culinária galesa.
Museus, paleontologia e oceanografia
Os museus guardam importantes coleções paleontológicas e arqueológicas entesouram peças e relíquias que revelam um passado surpreendente e resgatam os costumes de aborígines e antigos povoadores, assim como a epopéia da colonização galesa. Alguns de seus principais museus são o Ecocentro, o de Ciências Naturais e Oceanografia e o Paleontológico Egidio Feruglio.
Em Puerto Madryn está situado o primeiro centro de interpretação do país dedicado ao ecossistema marinho, conhecido como Ecocentro. Em uma original proposta combina a ciência com a educação e as expressões artísticas. Sua mostra, única nos 3.000 km da faixa costeira patagônica, e as atividades que ali se desenvolvem, oferecem diferentes chaves para interpretar a natureza.
O Museu de Ciências Naturais e Oceanográfico está localizado em um dos edifícios mais emblemáticos da cidade de Puerto Madryn, o Chalet Pujol. As diferentes salas compreendem desde a história de Madryn, com especial atenção na imigração galesa, até a grande diversidade ecológica da geografia de Chubut.
O Museu Paleontológico Egidio Feruglio, em Trelew, é o museu especializado em paleontologia mais importante da América do Sul. Entesoura uma coleção importantíssima somada ao grande valor das pesquisas e atividades que desenvolve para desentranhar os mistérios da evolução da fauna e flora. Apresenta uma exibição permanente que percorre uma linha de tempo em direção ao passado, a partir dos primeiros humanos até o início da vida no mundo, destacando-se a presença dos dinossauros que habitavam a zona de Chubut, entre eles restos do maior vertebrado conhecido no mundo, o Argentinosaurus.
Trochita, o velho expresso patagônico
Um trem a vapor de início do século, em estado totalmente original, conhecido como El Trochita percorre o agreste planalto patagônico. Há mais de 40 anos, este trenzinho a vapor, constitui o único em seu tipo, no mundo por prestar ainda, na atualidade, serviço público de passageiros.
Pode partir desde as estações de Esquel ou El Maitén. Desde Esquel se realiza um trajeto de 36 km. até a colônia Nahuel Pan, assentamento de descendentes de aborígines mapuches. É um passeio obrigatório para todos os visitantes, com uma duração de duas horas e meia. O trem parte da estação com freqüências diárias, pela manhã no verão e pela tarde no inverno e outono.
Festas nacionais
Em Janeiro, a cidade de El Hoyo, conhecida como a Capital Nacional de Frutas Finas, isto é, morangos, groselhas, amoras e mirtilos, entre outras, homenageia seu mais prezado produto com a Festa Nacional de Frutas Finas. A cidade de Cholila é sede da Festa Nacional do Churrasco e a Festa Nacional do Salmão se celebra em Camarones, ambas em fevereiro.
Em Puerto Madryn, em março, se realiza a Festa Nacional do Cordeiro. E em setembro, em Esquel, chega a imperdível Festa Nacional do Esqui.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
A província deve seu nome ao rio homônimo que a percorre, desde a Cordilheira dos Andes e até o Oceano Atlântico. “Chubut” pertence à língua dos tehuelches, aborígines que povoaram a região e significa "transparente" devido à claridade das águas no curso superior do rio.
Está localizada no centro da Patagônia argentina, estende-se entre os paralelos 42º e 46º de latitude sul, divisa ao norte com a província de Rio Negro, ao sul com a província de Santa Cruz, ao oeste com a República do Chile e ao leste com o Oceano Atlântico.
Conta com uma população estimada de 413.240 habitantes, uma superfície de 224.686 km2 e é a terceira província mais extensa da República Argentina.
Sua capital, Rawson, foi o primeiro assentamento dos galeses no sul, no final do século XIX. Conta com mais de 27.000 habitantes, mostra um importante crescimento urbano e numerosos atrativos culturais, entre os quais se destacam o museu Salesiano, de grande valor antropológico, o centro cultural José Hernández, o Centro de Resgate Histórico da cidade e a capela Berwyn, entre outros edifícios.
Comodoro Rivadavia é uma das cidades mais importantes da província. É conhecida como a "Capital Nacional do Petróleo" por ser o primeiro lugar onde foi descoberto, no território nacional, em 1907. As jazidas de exploração petroleira estão situadas nos arredores da bacia do Golfo San Jorge e abastecem uma importante porcentagem do consumo nacional. Também, é a maior cidade da Patagônia Sul. Tem uma excelente infra-estrutura hoteleira e gastronômica, além de lugares de espairecimento e recreação.
Por sua vez, Puerto Madryn possui um valor turístico e uma localização estratégica, já que é a porta de entrada à Península Valdés, declarada pela UNESCO em 1999 como Patrimônio Natural da Humanidade por ser o único lugar no mundo onde se pode observar o encalhamento intencional das orcas sobre a praia para capturar suas presas, também há lobos e elefantes marinhos, que em temporada de reprodução mostram as lutas entre os machos pela posse das fêmeas. Muito próximo poderá desfrutar a possibilidade de embarcar e se aproximar dos enormes exemplares de baleia Franca Austral, brincar com golfinhos ou se deleitar com a companhia dos botos-oveiros.
Os Pingüins de Magalhães elegem, também perto de Madryn, Punta Tombo, a maior pingüineira continental da América do Sul com mais de 175.000 ninhos ativos.
A geografia singular da província, conformada por montanhas e bosques andinos, lagos, extensos planaltos interiores, praias e costas alcantiladas, fazem de Chubut um lugar natural privilegiado, enriquecido com uma história apaixonante da qual se desprendem manifestações culturais, como a colonização galesa e os restos paleontológicos e arqueológicos, constituídos como importantes atrativos turísticos.
A província conta, também, com Áreas Naturais Protegidas, zonas especialmente consagradas à proteção e manutenção de diversidade biológica, assim como dos recursos naturais e culturais associados a eles.
ECONOMIA
Chubut é uma província cujas potencialidades de crescimento e desenvolvimento se evidenciam em todas suas regiões, entre as áreas de investimento que resultam de maior atrativo podem ser indicados os seguintes setores:
-Turístico: sobretudo, no relacionado com hotelaria e infra-estrutura e serviços complementares.
- Metalmecânico: apresenta um alto potencial de crescimento sustentado integrado ao setor petroleiro e ao da construção como fornecedor de insumos.
- Frutícola: em atividades relacionadas com a produção primária e os avanços na cadeia de valor.
- Vitivinícola: as potencialidades agroclimáticas e os bem-sucedidos resultados obtidos nos cultivos existentes, posicionam este setor como uma atividade de alta qualidade.
- Produção de madeira.
-Têxtil e de lã.
TURISMO
A província de Chubut, por sua extensão e pela diversidade de sua geografia e paisagens é um importante centro turístico nacional e internacional. Oferece atividades de todos os tipos e para todas as idades: esqui, rafting, trekking, mergulho, rappel, carrovelismo, sandboard, caiaque, surfe e windsurfe, mountainbike, cavalgadas, avistagem de fauna, turismo rural e travessias 4x4, entre muitas outras atividades.
OS IMPERDÍVEIS DE RIO NEGRO
Áreas Naturais Protegidas
É o maior atrativo da Província. Alberga paisagens de beleza inigualável onde a biodiversidade convida o turista a desfrutar momentos únicos e inesquecíveis que apenas poderá vivenciar nestas maravilhosas terras patagônicas.
Poucos lugares do mundo oferecem a possibilidade de desfrutar a natureza em seu estado puro, além de observar em seu âmbito natural a uma grande diversidade de fauna. Quem visitar estas áreas poderá realizar múltiplas atividades, desde avistar a colossal Baleia Franca Austral, os pingüins, aves, lobos e elefantes marinhos; até empreender uma caminhada pelo bosque andino patagônico ou viver a experiência de um safári fotográfico no bosque petrificado, entre outras.
Fauna
É, sem dúvida, a atividade de maior convocação para quem visita Chubut. A avistagem de baleias, pingüins, lobos ou elefantes marinhos, orcas e golfinhos, tem as coisas da província como sua sede exclusiva.
A baleia franca austral pode ser vista na Península Valdés, desde a cidade de Puerto Pirámides, a partir de junho e até meados de dezembro. Nesta maravilhosa vila balneária poderá optar pelo serviço de empresas que transladarão o visitante a este emocionante encontro. Este mamífero marinho elege a tranqüilidade das águas dos Golfos Nuevo e San José para emparelhar-se e parir seus filhotes. A avistagem tem uma duração de aproximadamente uma hora. As pequenas embarcações se aproximam a distâncias prudenciais, e ali esperam a chegada destes curiosos mamíferos. Podem ser fotografadas enquanto passam por baixo das embarcações, graças à transparência das águas.
Também se realizam avistagens de orcas de fevereiro a abril e de setembro a novembro; e de golfinhos de janeiro a março. Outra personagem marinha especial que chega a estas costas é o boto, o menor golfinho do mundo. Entre abril e novembro, Embarcando-se desde Playa Unión, a vila balneária de Rawson, pode se entrar em contato com este mamífero de branco e preto com um metro e meio de comprimento que se movimentam em grupos de 2 a 10 animais.
Na Península Valdés está a única paragem continental de elefantes marinhos. Lobos e elefantes marinhos compartilham as mesmas praias no verão: época em que os lobos estão em temporada de reprodução. Estes são pardos e se transladam em terra usando as nadadeiras anteriores e posteriores. Os elefantes marinhos são cinza claro e se transladam sozinhos com as nadadeiras anteriores. A melhor época do ano para ver elefantes ativos é a primavera, particularmente em outubro, já que entre agosto e novembro estão em temporada de reprodução.
Punta Tombo contém a maior colônia reprodutiva de pingüins de Magalhães, que pode ser apreciada de setembro a abril.
Bosque Petrificado
Situado no centro-sul da província, contém uma grande riqueza paleobotânica conformada por grandes troncos de coníferas do antigo bosque que cobria a estepe atual. A área se localiza no que foi o antigo leito marinho, criando-se uma paisagem lunar com grande diversidade de cores.
Na mesma Reserva se pode visitar o centro de interpretação que compreende restos paleontológicos e arqueológicos da região.
Cabo Duas Baías
Esta zona é considerada a mais bela dentro do sistema de Áreas Protegidas costeiras pelo contraste paisagístico de suas pedras vermelhas e o mar azul. Aqui uma importante colônia de pingüins lobos marinhos de um pêlo, tropilhas de guanacos e outra fauna patagônica.
Cascatas Nant e Fall
Próximo da cidade de Trevelin, encravada no bosque andino patagônico, na região mais oeste da província, situa-se a 540 metros sobre o nível do mar, e encerra quatro cascatas do Arroio Nant e Fall sobressaindo de um âmbito multicolorido formado por espécies tais como: ciprestes associados com coihues, radales, lauras e maitenes. Entre a fauna há várias espécies que podem ser vistas ocasionalmente, entre elas: martim-pescador, pomba-torcaz, chimango, tordo patagônico, águia moras, fio-fios, gaviões, abutres, gato montês e javalis.
Pedra Parada
Encerra atrativos que incluem atividades de turismo ativo, arqueológico, paleontológico, histórico e cultural. Situa-se a 42 km de Gualjaina, onde há beirais com pinturas rupestres, troncos petrificados e as monumentais formações rochosas, dando um atrativo singular a este vale sulcado pelo Rio Chubut.
O vale de Pedra Parada tem um comprimento de 95 quilômetros, situado entre Gualjaina e Passo do Sapo. A paisagem está composta por profundas canhadas, suaves serras, cavernas monumentais e uma policromia cativante. Suas características naturais fizeram deste lugar uma parada abrigada de povos originários, o que permite considerá-lo como uma importante jazida de objetos e utensílios aos quais se acrescentam vários lugares com pinturas rupestres todos os elementos de grande valor antropológico. Também as condições ambientais de extrema aridez combinadas com o processo de formação geológica que lhe deu origem, aviva as expectativas de converter-se também em um ponto de interesse paleontológico.
Parques Nacionais
O Parque Nacional Los Alerces é um dos testemunhos mais importantes da riqueza natural do Chubut. É o único bosque milenar da Argentina e um dos quatro remanescentes que existem no mundo. Com mais de 2.700 anos de idade e cerca de cinqüenta e sete metros de altura, o gigantesco Lariço denominado "O Avô" pelos habitantes do lugar, requer mais de oito pessoas para ser abraçado na circunferência de seu tronco.
A característica diferencial da zona da cordilheira do Chubut é que estes exemplares formam aqui bosques, sendo que o lariço cresce, basicamente disperso, tal como ocorre no restante dos poucos lugares onde há esta conífera surpreendente.
O Parque Nacional Lago Puelo é o lugar de preservação da selva valdiviana e em um de seus limites alberga o deslumbrante Lago Puelo, de onde vem seu nome.
Lagos
A chamada Comarca dos Lagos se relaciona, também, com atrativos pontuais como os incríveis lariços milenares, o imponente Complexo Hidrelétrico Futaleufú, os inumeráveis vestígios da colonização galesa, especialmente, na pitoresca cidade de Trevelín, e as diversas possibilidades de aproximação à natureza.
Com muitos quilômetros de cordilheira e um importante desenvolvimento na área de serviços para o pescador, esta comarca oferece grande diversidade de alternativas para a prática da pesca com mosca em lagos e rios.
A apenas 13 quilômetros de Esquel, está o centro de Esqui e Snowboard La Hoya. Um trem a vapor construído no início do século XX, La Trochita, conserva-se em seu estado original e levará você em uma viagem através de mesetas e vales, unindo esta comarca Andina do paralelo 42°.
O Lago Puelo é um dos mais importantes. Está a escassos metros do Parque Nacional homônimo e faz divisa ao norte com a cidade de El Bolsón, província de Rio Negro.
Este Lago, junto com outras cidades próximas como El Hoyo, Epuyén, Cholila e El Maitén, forma a chamada Comarca Andina do Paralelo 42. Lago Puelo conta com um microclima particular: o fato de estar situado a apenas 170 metros sobre o nível do mar em um vale longitudinal com orientação norte sul, permite que as temperaturas médias no inverno não sejam tão rigorosas, tornando possível desfrutar o turismo com diferentes alternativas durante todo o ano.
Outro lago que está começando a atrair visitantes é o Baggilt, a 10 km. do Chile, constituindo uma área de Turismo Ativo, especial para realizar atividades de aventura. Dentro da fauna local está o Huemul e trutas Arco-íris e Fontinalis. Também conta com um Glacial de gelos eternos ao qual se ingressa mediante um trekking que transcorre por paisagens de agreste beleza.
E o Lago Futalaufquen, dentro do Parque Nacional Los Alerces conjuga águas cristalinas e um âmbito de vegetação imelhorável, convertendo-o em um dos mais bonitos de toda a Patagônia.
Neve
O Centro de Atividades de Montanha La Hoya, em Esquel, recebe os amantes do esporte branco com a neve em pó mais pura e persistente da Argentina. Tem 24 pistas de vários níveis de dificuldade, aptas para expertos e principiantes.
Neste centro de Montanha se pratica o esqui alpino, em todos os níveis, contando também com uma área para o esqui de travessia e snowboard, e um circuito para motos de neve. Esta variedade de atividades faz com que La Hoya seja o lugar elegido pelas famílias e pelos esquiadores avançados, já que todos conseguem encontrar uma opção para desfrutar e divertir-se. Conta com 11 meios de elevação: 4 cadeiras aéreas, 5 tele-esquis, 1 T-bar e um Poma bambi. Além disso, encontrará à sua disposição: três confeitarias, uma escola de esqui, guarderia, um lugar onde poderá alugar equipamentos de esqui e motos de neves e um guarda-esquis.
Graças a que o cerro está na região denominada Comarca de los Alerces, pode se desfrutar de outros atrativos da zona. como La Trochita e o Parque Nacional Los Alerces.
Mergulho
Amadores e profissionais do mergulho de todas as partes do mundo chegam a Chubut para se deleitarem com a beleza natural das profundidades marinhas. Ninguém se resiste ao mar azul e cristalino esperando ser explorado, rico em fauna exclusiva e acompanhado de instrutores do melhor nível.
Pesca com mosca e pesca esportiva
Com mais de 800 quilômetros de cordilheira e um importante desenvolvimento na área de serviços para o pescador, Chubut oferece grande diversidade de alternativas para a prática da pesca esportiva. Os lugares oferecem duas características definidas: a estepe e o bosque andino patagônico, ambos com imelhorável qualidade de trutas silvestres.
Para a pesca com mosca, destaca-se o Parque Nacional Lago Puelo, situado na área da cordilheira. Está habitado por Trutas Arco-íris, Truta Marrom e Truta de Arroio. Destaca-se para a pesca em seus principais afluentes: o Rio Azul, o Rio Turbo, o Rio Epuyén e tem sua foz no Rio Puelo. O Lago Epuyén é um bonito espelho de água, onde é possível achar Arco-íris de bom tamanho. Também no Parque Nacional Los Alerces se complementam a exuberância da paisagem com a pesca de variadas espécies, tamanho e ação. Os lagos Rivadavia, Futalaufquen e Krugger, e seus rios afluentes são zonas pesqueiras por excelência.
Na zona da estepe, o rio Chubut se caracteriza por águas baixas e por estarem povoadas de peixes. O lago Cholila é a zona para onde migraram os cobiçados salmões encerrados. Seu principal afluente é o Rio Tigre, de águas leitosas, mas rendedoras na hora de pescar salmões. O Rio Carrenleufú é um bontio rio para flutuar até sua chegada ao Lago Rivadavia.
As áreas de Rio Pico e Corcovado são provavelmente as melhores para pesca de trutas em toda a Patagônia. O trecho superior do rio Corcovado e sua boca no lago Vintter oferecem capturas de grandes Arco-íris e Trutas de Arroio, estas últimas com os maiores tamanhos ao nível mundial.
O Lago La Plata é sem dúvida, um dos espelhos lacustres mais bonitos da cordilheira do Chubut, com baías muito fechadas e um majestoso bosque de lengas. Grandes quantidades de arroios chegam a este espelho de água, convertendo esses desaguamentos em ótimos lugares de pesca.
Em Chubut há uma filosofia conservacionista que se traduz em uma forte regulamentação da pesca, alentando a captura e devolução. A organização para o controle inclui a presença de guardapescas em todas as áreas e a realização de estudos técnicos que assegurem a sustentabilidade dos ambientes, que oferecem ótimas qualidades ecológicas, trutas silvestres e águas cristalinas.
Turismo rural
Ao longo de toda a província, o turista poderá realizar circuitos de agroturismo. Queijos caseiros, frutas finas, conservas de fungos, hidroponia, cultivos de frutas e vegetais, doces e licores artesanais, são alguns dos produtos que poderá adquirir depois de conhecer os segredos de sua produção e elaboração.
A visita a estâncias rurais permite ao visitante desfrutar de um ambiente tradicional, degustando os mais saborosos pratos de elaboração caseira e conhecer as atividades do campo.
Cultura galesa
A chegada dos colonos galeses significou o primeiro passo no desenvolvimento desta parte do solo argentino, e também a continuação de uma cadeia cultural milenar que continua até hoje e está presente na vida cotidiana dos habitantes chubutenses através da arquitetura religiosa galesa, as casas de chá e o Eisteddfod, um festival literário-musical tem suas origens no século VI e, atualmente, apenas se realiza em Gales e Chubut. Esquel, Trevelin e Corcovado, mas também Trelew e Rawson mantêm viva esta tradição e são importantes centros de degustação da cultura culinária galesa.
Museus, paleontologia e oceanografia
Os museus guardam importantes coleções paleontológicas e arqueológicas entesouram peças e relíquias que revelam um passado surpreendente e resgatam os costumes de aborígines e antigos povoadores, assim como a epopéia da colonização galesa. Alguns de seus principais museus são o Ecocentro, o de Ciências Naturais e Oceanografia e o Paleontológico Egidio Feruglio.
Em Puerto Madryn está situado o primeiro centro de interpretação do país dedicado ao ecossistema marinho, conhecido como Ecocentro. Em uma original proposta combina a ciência com a educação e as expressões artísticas. Sua mostra, única nos 3.000 km da faixa costeira patagônica, e as atividades que ali se desenvolvem, oferecem diferentes chaves para interpretar a natureza.
O Museu de Ciências Naturais e Oceanográfico está localizado em um dos edifícios mais emblemáticos da cidade de Puerto Madryn, o Chalet Pujol. As diferentes salas compreendem desde a história de Madryn, com especial atenção na imigração galesa, até a grande diversidade ecológica da geografia de Chubut.
O Museu Paleontológico Egidio Feruglio, em Trelew, é o museu especializado em paleontologia mais importante da América do Sul. Entesoura uma coleção importantíssima somada ao grande valor das pesquisas e atividades que desenvolve para desentranhar os mistérios da evolução da fauna e flora. Apresenta uma exibição permanente que percorre uma linha de tempo em direção ao passado, a partir dos primeiros humanos até o início da vida no mundo, destacando-se a presença dos dinossauros que habitavam a zona de Chubut, entre eles restos do maior vertebrado conhecido no mundo, o Argentinosaurus.
Trochita, o velho expresso patagônico
Um trem a vapor de início do século, em estado totalmente original, conhecido como El Trochita percorre o agreste planalto patagônico. Há mais de 40 anos, este trenzinho a vapor, constitui o único em seu tipo, no mundo por prestar ainda, na atualidade, serviço público de passageiros.
Pode partir desde as estações de Esquel ou El Maitén. Desde Esquel se realiza um trajeto de 36 km. até a colônia Nahuel Pan, assentamento de descendentes de aborígines mapuches. É um passeio obrigatório para todos os visitantes, com uma duração de duas horas e meia. O trem parte da estação com freqüências diárias, pela manhã no verão e pela tarde no inverno e outono.
Festas nacionais
Em Janeiro, a cidade de El Hoyo, conhecida como a Capital Nacional de Frutas Finas, isto é, morangos, groselhas, amoras e mirtilos, entre outras, homenageia seu mais prezado produto com a Festa Nacional de Frutas Finas. A cidade de Cholila é sede da Festa Nacional do Churrasco e a Festa Nacional do Salmão se celebra em Camarones, ambas em fevereiro.
Em Puerto Madryn, em março, se realiza a Festa Nacional do Cordeiro. E em setembro, em Esquel, chega a imperdível Festa Nacional do Esqui.
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Río Negro, Patagônia encantada
Com Bariloche como seu destino mais célebre, esta província oferece além de neve e espetaculares paisagens de cordilheira, praias de águas quentes, grandes dinossauros e turismo rural para provar frutas deliciosas e pratos tentadores.
A província de Río Negro integra a região patagônica. Limita ao norte com La Pampa, ao leste com Buenos Aires e o Oceano Atlântico, ao sul com Chubut e ao oeste com Neuquén e Chile.
Tem uma superfície de 203.013 km. Sua capital é a cidade de Viedma. Outras cidades importantes são General Roca, Bariloche e Cipolletti.
É uma província que combina praias de mares turquesas, mesetas silenciosas e fascinantes, bosques andinos e cordilheira nevada e restos arqueológicos que ainda hoje continuam maravilhando a ciência.
Alberga Bariloche, um dos centros turísticos mais emblemáticos e tradicionais da Argentina. Turistas de todo o mundo, locais e especialmente jovens que festejam sua formatura do segundo grau, visitam esta charmosa cidade, não somente por sua proximidade ao centro de esqui mais importante da América Latina –Cerro Catedral-, senão por sua beleza natural, sua oferta turística, a infinidade de atividades que oferece e o indômito Lago Nahuel Huapi que a circunda.
Além dos chocolates que costumam ser degustados em Bariloche e El Bolsón, a maçã é outro dos produtos que mais identificam esta província, assim como pêras, ameixas e frutas finas.
Porém, Río Negro também é célebre por seu desenvolvimento científico-tecnológico nuclear e espacial. Muito próximos a Bariloche, dois importantes centros de pesquisa ganharam renome e prestígio mundial: são INVAP, e o Centro Atômico Bariloche.
Por sua vez, o Instituto Balseiro, dependente da Universidade Nacional de Cuyo e a Comissão Nacional de Energia Atômica é um excelente centro de formação de profissionais especializados em física, engenharia nuclear e mecânica. A esta sólida tradição, soma-se a recente abertura da Universidade Nacional de Rio Negro, com sede em vários pontos da província, que oferece uma ampla variedade de carreiras de graduação, não somente para o povo local, senão também para estrangeiros.
GEOGRAFIA
No oeste está o setor da cordilheira austral, com uma altura média de 2.500 metros e grande profusão de lagos, que têm grande importância na regulação das bacias hídricas e outorgam um especial atrativo para a paisagem.
Porém, a meseta constitui a zona mais extensa da província, escalonando-se progressivamente desde a costa atlântica até a cordilheira.
Na maior parte da província predomina o clima árido e temperado frio.
A temperatura média anual oscila entre 10 e 12 ºC. A amplitude térmica anual é considerável: as temperaturas médias alcançam 23 ºC, enquanto as mínimas médias, correspondentes a julho e agosto, diminuem a 3 ºC.
HISTÓRIA
Antes da chegada dos espanhóis estava habitado por índios pehuelches, vuriloches (de onde provém a palavra “Bariloche”) e patagones. Em 1520, Hernando de Magalhães foi o primeiro europeu em desembarcar em suas costas.
Depois de diversas tentativas de ocupação por missões religiosas, a partir de 1860, todo o território da província passou a ser considerado território nacional até a Conquista do Deserto, em 1879, quando quase o total das populações indígenas que habitavam a Patagônia foram exterminadas.
Em 1884 foi criado o Território Nacional de Río Negro e em 1955 foi definitivamente reconhecida como Província.
ECONOMIA
A fruticultura é uma das atividades econômicas principais. Río Negro contribui com mais de 70% das maçãs e pêras para a produção do país e quase 38% destas são exportadas tipo fresco, enquanto 40% se industrializa em forma de sucos concentrados e seu destino final é a exportação.
82% do cultivo da maçã se realiza no Alto Vale de Río Negro, e junto com o da pêra. Também são produzidos pêssegos, ameixas, marmelos, frutas finas e secas. Há algum tempo, estendeu-se o cultivo de vides e por conseguinte cresceu consideravelmente a indústria vitivinícola.
Por outro lado, a província possui um importante estoque pecuário, com predominância de ovinos, com rebanhos orientados à produção de lãs. As espécies animais que se destacam são o gado ovino, vacum e caprino.
A pesca é outra atividade que se destaca. Pelo lado do Atlântico, mariscos, lulas, merlúcio, salmão e linguado, entre muitas outras espécies são exportados e consumidos no país. Nos rios e lagos do interior, trutas, salmões e peixes-reis patagônicos constituem outro nobre produto para a comercialização. Também se deve destacar que há regiões para o desenvolvimento de uma excelente pesca esportiva.
A exploração de petróleo e gás é a segunda em importância na província. Río Negro vende aproximadamente 70% do cru extraído a destilarias situadas na província de Buenos Aires, enquanto o 30% restante é transportado através do oleoduto que une a cidade de Allen com Porto Rosales, em Bahía Blanca, e daí se exporta.
Río Negro é uma província pioneira na exportação de satélites, reatores nucleares e equipamento médico junto á sua empresa estadual INVAP. Entre o sucesso desta instituição, está a construção do maior reator nuclear do mundo, vendido ao governo da Austrália e a construção para a NASA de um satélite para medir a salinidade dos oceanos. Estes desenvolvimentos situam-na entre as empresas mundiais líderes na pesquisa, desenvolvimento e manutenção de tecnologia avançada.
OS IMPERDÍVEIS DE RIO NEGRO
Bariloche
É o destino de esqui mais famoso do país e o escolhido pelos estudantes secundários para celebrar seu fim de curso, e por isso recebe milhares de jovens a cada ano, além de quase um milhão de turistas de todas as latitudes. Conta com uma grande infra-estrutura hoteleira. Situado à beira do Lago Nahuel Huapi, entre montanhas e cerros, oferece vistas de sonho em todas as estações.
Cerro Catedral
É o centro de esqui mais importante da América do Sul e um dos ícones do turismo de inverno local. Está situado a 19 km. de Bariloche. Durante a temporada de inverno, oferece uma ampla e variada infra-estrutura de serviços para praticar esqui e snowboard e curtir a neve e suas fantásticas paisagens. E no verão, praticar escalada, rappel ou mountain bike justifica amplamente a visita.
Las Grutas
No Atlântico, este balneário é acariciado pelas azuis águas do Golfo San Matías que, apesar de sua localização no sul, alcançam 25° no verão. Oferece extensas praias de areia dourada, com suaves declives, resguardadas por alcantilados e dunas. A infra-estrutura turística cresceu durante os últimos anos, convertendo-a no segundo destino da província, depois de Bariloche.
Sierra Grande e Praias Douradas
Encravada entre as serras, a cidade conta com a diversidade da paisagem e o bom estado do meio natural que tornam possível seu aproveitamento para diferentes atividades recreativas. A 28 km há espetaculares praias virgens que oferecem quilômetros de solidão e relax.
El Bolsón
Tradicional destino de hippies e boêmios, ainda mantém sua aparência e aconchegante e abrangente de todos os públicos. No limite com Chubut, constitui a porta de entrada, a comarca do paralelo 42 integrada pelos deslumbrantes Lago Puelo, El Manso, El Maitén, Cholila, El Hoyo e Epuyén. É um recomendável centro para degustar deliciosos produtos típicos e comprar originais artesanatos.
Viedma e o Condor
Desde a capital provincial acessa-se a vila turística O Condor, situada na margem direita da foz do Rio Negro. Estas praias patagônicas são a admiração de todas as pessoas que as conhecem, caracterizadas por altos alcantilados.
Turismo aventura
Río Negro é o lugar ideal para tomar contato com a natureza e praticar divertidas atividades, como windskate e windsurfe em El Cóndor; trekking, rafting ou mountain bike em El Bolsón; cavalgatas e parapente em Sierra Grande; e trekking, rafting e rapel em Bariloche, por nomear apenas alguns lugares.
Turismo rural: o vinho, a pêra e a maçã
A província possui uma variada oferta de estabelecimentos rurais que oferecem ao turista a possibilidade de hospedagem e atividades rurais, além de conhecer e provar a comida caseira, a produção de doces e confeitaria artesanal. Visitar adegas ou lugares de cultivo de maçãs e pêras é uma experiência quase obrigatória ao visitar a província.
Parques Nacionais
Compartilhados com a província de Neuquén, os parques nacionais Nahuel Huapi e Los Arrayanes são um regozijo para a vista e dos cartões-postais inconfundíveis da Patagônia. O azul intenso do lago, junto à paisagem de montanhas e o bosque patagônico, somado ao frondoso e milenar bosque de arrayanes na Ilha Victoria, supõem uma visita iniludível, um clássico ao visitar a Patagônia.
Turismo Paleontológico
Río Negro conta com um impressionante corredor turístico conhecido como Parque Cretácico e onde foi encontrado um importante número de restos de dinossauros. De fato, há poucos dias foi encontrado um dinossauro carnívoro que é o primeiro exemplar no mundo de um raptor de mais de 2 metros de comprimento e com braços tão curtos.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
A província de Río Negro integra a região patagônica. Limita ao norte com La Pampa, ao leste com Buenos Aires e o Oceano Atlântico, ao sul com Chubut e ao oeste com Neuquén e Chile.
Tem uma superfície de 203.013 km. Sua capital é a cidade de Viedma. Outras cidades importantes são General Roca, Bariloche e Cipolletti.
É uma província que combina praias de mares turquesas, mesetas silenciosas e fascinantes, bosques andinos e cordilheira nevada e restos arqueológicos que ainda hoje continuam maravilhando a ciência.
Alberga Bariloche, um dos centros turísticos mais emblemáticos e tradicionais da Argentina. Turistas de todo o mundo, locais e especialmente jovens que festejam sua formatura do segundo grau, visitam esta charmosa cidade, não somente por sua proximidade ao centro de esqui mais importante da América Latina –Cerro Catedral-, senão por sua beleza natural, sua oferta turística, a infinidade de atividades que oferece e o indômito Lago Nahuel Huapi que a circunda.
Além dos chocolates que costumam ser degustados em Bariloche e El Bolsón, a maçã é outro dos produtos que mais identificam esta província, assim como pêras, ameixas e frutas finas.
Porém, Río Negro também é célebre por seu desenvolvimento científico-tecnológico nuclear e espacial. Muito próximos a Bariloche, dois importantes centros de pesquisa ganharam renome e prestígio mundial: são INVAP, e o Centro Atômico Bariloche.
Por sua vez, o Instituto Balseiro, dependente da Universidade Nacional de Cuyo e a Comissão Nacional de Energia Atômica é um excelente centro de formação de profissionais especializados em física, engenharia nuclear e mecânica. A esta sólida tradição, soma-se a recente abertura da Universidade Nacional de Rio Negro, com sede em vários pontos da província, que oferece uma ampla variedade de carreiras de graduação, não somente para o povo local, senão também para estrangeiros.
GEOGRAFIA
No oeste está o setor da cordilheira austral, com uma altura média de 2.500 metros e grande profusão de lagos, que têm grande importância na regulação das bacias hídricas e outorgam um especial atrativo para a paisagem.
Porém, a meseta constitui a zona mais extensa da província, escalonando-se progressivamente desde a costa atlântica até a cordilheira.
Na maior parte da província predomina o clima árido e temperado frio.
A temperatura média anual oscila entre 10 e 12 ºC. A amplitude térmica anual é considerável: as temperaturas médias alcançam 23 ºC, enquanto as mínimas médias, correspondentes a julho e agosto, diminuem a 3 ºC.
HISTÓRIA
Antes da chegada dos espanhóis estava habitado por índios pehuelches, vuriloches (de onde provém a palavra “Bariloche”) e patagones. Em 1520, Hernando de Magalhães foi o primeiro europeu em desembarcar em suas costas.
Depois de diversas tentativas de ocupação por missões religiosas, a partir de 1860, todo o território da província passou a ser considerado território nacional até a Conquista do Deserto, em 1879, quando quase o total das populações indígenas que habitavam a Patagônia foram exterminadas.
Em 1884 foi criado o Território Nacional de Río Negro e em 1955 foi definitivamente reconhecida como Província.
ECONOMIA
A fruticultura é uma das atividades econômicas principais. Río Negro contribui com mais de 70% das maçãs e pêras para a produção do país e quase 38% destas são exportadas tipo fresco, enquanto 40% se industrializa em forma de sucos concentrados e seu destino final é a exportação.
82% do cultivo da maçã se realiza no Alto Vale de Río Negro, e junto com o da pêra. Também são produzidos pêssegos, ameixas, marmelos, frutas finas e secas. Há algum tempo, estendeu-se o cultivo de vides e por conseguinte cresceu consideravelmente a indústria vitivinícola.
Por outro lado, a província possui um importante estoque pecuário, com predominância de ovinos, com rebanhos orientados à produção de lãs. As espécies animais que se destacam são o gado ovino, vacum e caprino.
A pesca é outra atividade que se destaca. Pelo lado do Atlântico, mariscos, lulas, merlúcio, salmão e linguado, entre muitas outras espécies são exportados e consumidos no país. Nos rios e lagos do interior, trutas, salmões e peixes-reis patagônicos constituem outro nobre produto para a comercialização. Também se deve destacar que há regiões para o desenvolvimento de uma excelente pesca esportiva.
A exploração de petróleo e gás é a segunda em importância na província. Río Negro vende aproximadamente 70% do cru extraído a destilarias situadas na província de Buenos Aires, enquanto o 30% restante é transportado através do oleoduto que une a cidade de Allen com Porto Rosales, em Bahía Blanca, e daí se exporta.
Río Negro é uma província pioneira na exportação de satélites, reatores nucleares e equipamento médico junto á sua empresa estadual INVAP. Entre o sucesso desta instituição, está a construção do maior reator nuclear do mundo, vendido ao governo da Austrália e a construção para a NASA de um satélite para medir a salinidade dos oceanos. Estes desenvolvimentos situam-na entre as empresas mundiais líderes na pesquisa, desenvolvimento e manutenção de tecnologia avançada.
OS IMPERDÍVEIS DE RIO NEGRO
Bariloche
É o destino de esqui mais famoso do país e o escolhido pelos estudantes secundários para celebrar seu fim de curso, e por isso recebe milhares de jovens a cada ano, além de quase um milhão de turistas de todas as latitudes. Conta com uma grande infra-estrutura hoteleira. Situado à beira do Lago Nahuel Huapi, entre montanhas e cerros, oferece vistas de sonho em todas as estações.
Cerro Catedral
É o centro de esqui mais importante da América do Sul e um dos ícones do turismo de inverno local. Está situado a 19 km. de Bariloche. Durante a temporada de inverno, oferece uma ampla e variada infra-estrutura de serviços para praticar esqui e snowboard e curtir a neve e suas fantásticas paisagens. E no verão, praticar escalada, rappel ou mountain bike justifica amplamente a visita.
Las Grutas
No Atlântico, este balneário é acariciado pelas azuis águas do Golfo San Matías que, apesar de sua localização no sul, alcançam 25° no verão. Oferece extensas praias de areia dourada, com suaves declives, resguardadas por alcantilados e dunas. A infra-estrutura turística cresceu durante os últimos anos, convertendo-a no segundo destino da província, depois de Bariloche.
Sierra Grande e Praias Douradas
Encravada entre as serras, a cidade conta com a diversidade da paisagem e o bom estado do meio natural que tornam possível seu aproveitamento para diferentes atividades recreativas. A 28 km há espetaculares praias virgens que oferecem quilômetros de solidão e relax.
El Bolsón
Tradicional destino de hippies e boêmios, ainda mantém sua aparência e aconchegante e abrangente de todos os públicos. No limite com Chubut, constitui a porta de entrada, a comarca do paralelo 42 integrada pelos deslumbrantes Lago Puelo, El Manso, El Maitén, Cholila, El Hoyo e Epuyén. É um recomendável centro para degustar deliciosos produtos típicos e comprar originais artesanatos.
Viedma e o Condor
Desde a capital provincial acessa-se a vila turística O Condor, situada na margem direita da foz do Rio Negro. Estas praias patagônicas são a admiração de todas as pessoas que as conhecem, caracterizadas por altos alcantilados.
Turismo aventura
Río Negro é o lugar ideal para tomar contato com a natureza e praticar divertidas atividades, como windskate e windsurfe em El Cóndor; trekking, rafting ou mountain bike em El Bolsón; cavalgatas e parapente em Sierra Grande; e trekking, rafting e rapel em Bariloche, por nomear apenas alguns lugares.
Turismo rural: o vinho, a pêra e a maçã
A província possui uma variada oferta de estabelecimentos rurais que oferecem ao turista a possibilidade de hospedagem e atividades rurais, além de conhecer e provar a comida caseira, a produção de doces e confeitaria artesanal. Visitar adegas ou lugares de cultivo de maçãs e pêras é uma experiência quase obrigatória ao visitar a província.
Parques Nacionais
Compartilhados com a província de Neuquén, os parques nacionais Nahuel Huapi e Los Arrayanes são um regozijo para a vista e dos cartões-postais inconfundíveis da Patagônia. O azul intenso do lago, junto à paisagem de montanhas e o bosque patagônico, somado ao frondoso e milenar bosque de arrayanes na Ilha Victoria, supõem uma visita iniludível, um clássico ao visitar a Patagônia.
Turismo Paleontológico
Río Negro conta com um impressionante corredor turístico conhecido como Parque Cretácico e onde foi encontrado um importante número de restos de dinossauros. De fato, há poucos dias foi encontrado um dinossauro carnívoro que é o primeiro exemplar no mundo de um raptor de mais de 2 metros de comprimento e com braços tão curtos.
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Neuquén, a Patagônia audaz
Esta terra combina a estepe agreste com lagos rodeados de vegetação única. Sua paisagem é um convite para mergulhar na aventura de seus desafiantes cumes de neves eternas, seus caudalosos rios e verdes vales.
No noroeste da Patagônia, e encostada na Cordilheira dos Andes, está situada a província de Neuquén, que em língua mapuche significa "audaz, impetuoso, altivo". Com uma superfície de 94.078 km2, está dividida em 16 departamentos.
Limita ao norte com a província de Mendoza, ao sul com a de Río Negro, ao oeste com a Cordilheira dos Andes, limite natural que a separa da República do Chile, e ao leste com as províncias de Río Negro e La Pampa.
Sua economia está caracterizada pela geração de energia, riquezas petroleiras, gasíficas e minerais; infra-estrutura, serviços e turismo; atividades comerciais, produtivas, frutícolas, pecuárias e vitivinícolas.
Sua capital homônima, localizada ao nordeste da província na confluência dos rios Limay e Neuquén, possui 205.000 habitantes, conformando a cidade mais importante da Patagônia.
Com 11 sedes, distribuídas não somente em Neuquén, senão também na província vizinha de Río Negro, a Universidade Nacional do Comahue oferece carreiras de graduação e pós-graduação para estudantes de todo o país e também do exterior.
Neuquén, possuidora de uma imponente natureza, conta com parques nacionais e áreas naturais protegidas provínciais criadas para preservar espécies de flora e fauna representativas da Argentina. É um cenário inesgotável de propostas que convidam a descobrir seus recantos mais surpreendentes.
GEOGRAFIA
Os limites da província, em parte se apóiam em acidentes naturais: os rios Colorado e Limay e a Cordilheira dos Andes.
Oferece duas paisagens bem diferenciadas. Ao oeste, a porção andina apresenta relevo montanhoso e altos cumes bem diferenciados, como os vulcões Lanín, Domuyo e Batea Mahuida, e cerros como Chapelco, Bayo e Traful, entre muitos outros. Esta faixa, especialmente, na metade sul da província, está coberta de um denso bosque andino patagônico. Ao leste, uma área de mesetas e vales predomina, com salinas em seu nível de base (Cuenca de Añelo, Bajo de la Raya, Bajo de los Choiques) e lagunas naturais, como a do Parque Nacional Laguna Branca ou lagos artificiais de água doce, tais como os casos da Cuenca Barreales transformada na Represa Cerros Colorados) e a Cuenca de El Chocón (Represa Ezequiel Ramos Mexía). O clima é, geralmente, de tipo continental frio, com estação temperada.
HISTÓRIA
Os primeiros habitantes da província eram indígenas de três etnias: os pehuenches, da família dos huarpes; os tehuelches (patagones) e os mapuches. A partir de 1551, após a Conquista Espanhola foram chegando exploradores que iniciaram um processo de escravatura e desterro da maioria de seus habitantes originários, processo que recrudesceu com a Conquista do Deserto a finais do século XIX.
Não foi senão até a metade do século XIX que estas terras começaram a cobrar maior interesse para os governos nacionais. Neuquén formou, primeiramente, parte da província de Mendoza, em 1853. Depois todo o território patagônico passou a pertencer ao governo nacional, com a criação em 1878 da Governação da Patagônia, a qual compreendia a área delimitada ao sul do Rio Negro até o Cabo de Hornos, na atual Tierra del Fuego.
Em 1879, a Conquista do Deserto, dirigida por Julio Argentino Roca, quebrou a tenaz e prolongada resistência dos indígenas. Assim, em 1883 fundou-se Junín de los Andes, primeira cidade em território neuquino. Em 1884 foi criado o Território Nacional de Neuquén e em 1954 foi reconhecida como província.
ECONOMIA
A principal atividade é a exploração de hidrocarburos. A bacia neuquina, compartilhada com Río Negro, La Pampa e Mendoza, é a zona petroleira e de gás mais importante da Argentina. Por outro lado, é a produtora de mais de 52% da energia elétrica -principalmente hidroeletricidade - do país com centrais nas represas Piedra del Águila, Pichi Picún Leufú, El Chocón, Planície Banderita e Alicurá.
Outro setor importante é a fruticultura, especialmente maçãs, pêras, pêssegos, ameixas salsaparrilha e cerejas, na zona do Alto Valle de Río Negro e Neuquén.
A produção vitivinícola ganhou um importante espaço, nos últimos tempos, na economia local. Reconhecidas adegas, como Fin del Mundo, NQN e Família Schroeder, entre outras conseguiram posicionar produtos de excelente qualidade, não somente no mercado interno, senão também no externo.
Uma das atividades que mais crescimento teve nos últimos anos é o turismo, especialmente na zona da cordilheira, tanto no verão como no inverno. Conta com centros de turismo internacional, como San Martín de los Andes e Villa La Angostura, e três Centros de esqui -Chapelco, Cerro Bayo e Caviahue- e dois Parques de Neve, Cerro Wayle e Batea Mahuida, este último administrado por uma comunidade aborígine que reside principalmente em Villa Pehuenia.
OS IMPERDÍVEIS DE NEUQUÉN
Parques Nacionais
Três imperdíveis parques nacionais residem na província. São a Laguna Branca, lugar de nidificação do cisne de pescoço preto; Los Arrayanes, uma concentração única destas árvores na Península de Quetrihué, sobre o Lago Nahuel Huapi; e o PN Nahuel Huapi, que alberga um dos maiores lagos do mundo, de um cativante azul intenso e rodeado de paisagens de sonho.
Villa La Angostura
Esta aconchegante aldeia de montanha é uma das jóias da província. Separada de San Martín de los Andes por 110 km. Povoados de bosques e lagos, sua particular arquitetura, similar à da cidade vizinha, porém menos expandida, outorga-lhe um caráter exclusivo e vistas deslumbrantes. No inverno é possível praticar esqui no Cerro Bayo e no verão desfrutar de caminhadas ou relaxantes tardes nas praias.
San Martín de los Andes
Em um entorno natural privilegiado, custodiado pelo Parque Nacional Lanín, esta pitoresca cidade feita de pedra e madeira oferece circuitos turísticos de grande atrativo, gente agradável, e uma completa infra-estrutura de serviços. E é para visitar em qualquer estação: no inverno se pode esquiar no reconhecido Cerro Chapelco; e no verão, fazer trekking, rafting ou pesca com mosca.
O Caminho dos 7 Lagos
São 110 km. de lagos, mirantes naturais, rios e intermináveis atrativos que unem duas das vilas mais bonitas da Patagônia: San Martín de los Andes e Villa La Angostura. No percurso descobrem-se 7 ou mais espetaculares lagos: Lacar, Machónico, Falkner, Villarino, Escondido, Pichi Traful, Correntoso e Espejo, e se terminar em Villa La Angostura, soma-se o imenso Nahuel Huapi.
Aluminé
Este povoado de montanha possui um traçado irregular, com algumas ruas de terra muito elevadas, que lhe dão um ar pitoresco. Através de caminhadas, cavalgatas, em veículos ou bote podem ser descobertas as diferentes paisagens que vão a Ruca Choroi, Carri Lil, Lonco Luan, Pehuenia ou Moquehue. O Rio Aluminé oferece caudalosas águas para realizar rafting, caiaque e pesca no verão.
Junín de los Andes
É a porta de entrada ao Parque Nacional Lanín e o ponto de partida para quem quiser alcançar os 3.700 metros do famoso vulcão. É a capital da Truta, portanto muitos pescadores se concentram entre novembro e abril. E é a primeira cidade fundada em Neuquén e também oferece interessantes museus históricos.
Villa Pehuenia
Este lugar abre-se ao visitante como um centro turístico jovem, mas com segredos milenares encarnados nas araucárias. Os lagos Aluminé e Moquehue podem ser percorridos de botes, lanchas, canoas e caiaques para encontrar praias de areia branca e outros recantos. O vulcão Batea Mahuida, administrado pela comunidade mapuche oferece com o frio brancas pistas e paisagens apaixonantes e com sol.
Villa Traful
Caracteriza-se por sua beleza paisagística e sua natureza intacta pelo homem, rodeada de bosques de coihues e o sublime das formas da cordilheira Andino-Patagônica, conserva um estilo turístico que privilegiou a conservação da paisagem e o espírito montanhês. Está situado sobre o Parque Nacional Nahuel Huapi.
Turismo rural: rota do vinho
Neuquén conta com uma rota que combina os aromas e sabores desta terra, e soma-se uma apaixonante experiência paleontológica. Neste circuito pode-se apreciar a tradicional produção agropecuária de suas chácaras e industrial de suas adegas. As mais conhecidas: Fim do Mundo, Vale Perdido, Família Schroeder e NQN.
Turismo rural: rota do vinho
Termas
Há numerosas fontes termais. As mais importantes por seu desenvolvimento são as Termas de Copahue localizadas na Zona Turística Patagônia Termal. Também encontramos águas termais em Epulafquen ou Lahuen-Co situadas na zona dos lagos, e as termas do Domuyo ao norte da província, na área dos Vales e Vulcões.
Turismo aventura
Montanhismo, andinismo, trekking, rafting, caiaque, navegação, cavalgatas e mountain bike, os mágicos recantos da província podem ser descobertos de mil maneiras.
Comunidades Mapuche
Diversas comunidades mapuche habitam no território neuquino, especialmente na Patagônia de Los Lagos que, valorizando sua cosmovisão e costumes convidam o visitante a conhecer sua terra e compartilhar suas tradições. Comunidades como Chiuquilihuin, Painefilu, Curruhuinca, Vera, Puel, Catalán e Atreico permitem conhecer esta cultura ancestral em meio a paragens deslumbrantes.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
No noroeste da Patagônia, e encostada na Cordilheira dos Andes, está situada a província de Neuquén, que em língua mapuche significa "audaz, impetuoso, altivo". Com uma superfície de 94.078 km2, está dividida em 16 departamentos.
Limita ao norte com a província de Mendoza, ao sul com a de Río Negro, ao oeste com a Cordilheira dos Andes, limite natural que a separa da República do Chile, e ao leste com as províncias de Río Negro e La Pampa.
Sua economia está caracterizada pela geração de energia, riquezas petroleiras, gasíficas e minerais; infra-estrutura, serviços e turismo; atividades comerciais, produtivas, frutícolas, pecuárias e vitivinícolas.
Sua capital homônima, localizada ao nordeste da província na confluência dos rios Limay e Neuquén, possui 205.000 habitantes, conformando a cidade mais importante da Patagônia.
Com 11 sedes, distribuídas não somente em Neuquén, senão também na província vizinha de Río Negro, a Universidade Nacional do Comahue oferece carreiras de graduação e pós-graduação para estudantes de todo o país e também do exterior.
Neuquén, possuidora de uma imponente natureza, conta com parques nacionais e áreas naturais protegidas provínciais criadas para preservar espécies de flora e fauna representativas da Argentina. É um cenário inesgotável de propostas que convidam a descobrir seus recantos mais surpreendentes.
GEOGRAFIA
Os limites da província, em parte se apóiam em acidentes naturais: os rios Colorado e Limay e a Cordilheira dos Andes.
Oferece duas paisagens bem diferenciadas. Ao oeste, a porção andina apresenta relevo montanhoso e altos cumes bem diferenciados, como os vulcões Lanín, Domuyo e Batea Mahuida, e cerros como Chapelco, Bayo e Traful, entre muitos outros. Esta faixa, especialmente, na metade sul da província, está coberta de um denso bosque andino patagônico. Ao leste, uma área de mesetas e vales predomina, com salinas em seu nível de base (Cuenca de Añelo, Bajo de la Raya, Bajo de los Choiques) e lagunas naturais, como a do Parque Nacional Laguna Branca ou lagos artificiais de água doce, tais como os casos da Cuenca Barreales transformada na Represa Cerros Colorados) e a Cuenca de El Chocón (Represa Ezequiel Ramos Mexía). O clima é, geralmente, de tipo continental frio, com estação temperada.
HISTÓRIA
Os primeiros habitantes da província eram indígenas de três etnias: os pehuenches, da família dos huarpes; os tehuelches (patagones) e os mapuches. A partir de 1551, após a Conquista Espanhola foram chegando exploradores que iniciaram um processo de escravatura e desterro da maioria de seus habitantes originários, processo que recrudesceu com a Conquista do Deserto a finais do século XIX.
Não foi senão até a metade do século XIX que estas terras começaram a cobrar maior interesse para os governos nacionais. Neuquén formou, primeiramente, parte da província de Mendoza, em 1853. Depois todo o território patagônico passou a pertencer ao governo nacional, com a criação em 1878 da Governação da Patagônia, a qual compreendia a área delimitada ao sul do Rio Negro até o Cabo de Hornos, na atual Tierra del Fuego.
Em 1879, a Conquista do Deserto, dirigida por Julio Argentino Roca, quebrou a tenaz e prolongada resistência dos indígenas. Assim, em 1883 fundou-se Junín de los Andes, primeira cidade em território neuquino. Em 1884 foi criado o Território Nacional de Neuquén e em 1954 foi reconhecida como província.
ECONOMIA
A principal atividade é a exploração de hidrocarburos. A bacia neuquina, compartilhada com Río Negro, La Pampa e Mendoza, é a zona petroleira e de gás mais importante da Argentina. Por outro lado, é a produtora de mais de 52% da energia elétrica -principalmente hidroeletricidade - do país com centrais nas represas Piedra del Águila, Pichi Picún Leufú, El Chocón, Planície Banderita e Alicurá.
Outro setor importante é a fruticultura, especialmente maçãs, pêras, pêssegos, ameixas salsaparrilha e cerejas, na zona do Alto Valle de Río Negro e Neuquén.
A produção vitivinícola ganhou um importante espaço, nos últimos tempos, na economia local. Reconhecidas adegas, como Fin del Mundo, NQN e Família Schroeder, entre outras conseguiram posicionar produtos de excelente qualidade, não somente no mercado interno, senão também no externo.
Uma das atividades que mais crescimento teve nos últimos anos é o turismo, especialmente na zona da cordilheira, tanto no verão como no inverno. Conta com centros de turismo internacional, como San Martín de los Andes e Villa La Angostura, e três Centros de esqui -Chapelco, Cerro Bayo e Caviahue- e dois Parques de Neve, Cerro Wayle e Batea Mahuida, este último administrado por uma comunidade aborígine que reside principalmente em Villa Pehuenia.
OS IMPERDÍVEIS DE NEUQUÉN
Parques Nacionais
Três imperdíveis parques nacionais residem na província. São a Laguna Branca, lugar de nidificação do cisne de pescoço preto; Los Arrayanes, uma concentração única destas árvores na Península de Quetrihué, sobre o Lago Nahuel Huapi; e o PN Nahuel Huapi, que alberga um dos maiores lagos do mundo, de um cativante azul intenso e rodeado de paisagens de sonho.
Villa La Angostura
Esta aconchegante aldeia de montanha é uma das jóias da província. Separada de San Martín de los Andes por 110 km. Povoados de bosques e lagos, sua particular arquitetura, similar à da cidade vizinha, porém menos expandida, outorga-lhe um caráter exclusivo e vistas deslumbrantes. No inverno é possível praticar esqui no Cerro Bayo e no verão desfrutar de caminhadas ou relaxantes tardes nas praias.
San Martín de los Andes
Em um entorno natural privilegiado, custodiado pelo Parque Nacional Lanín, esta pitoresca cidade feita de pedra e madeira oferece circuitos turísticos de grande atrativo, gente agradável, e uma completa infra-estrutura de serviços. E é para visitar em qualquer estação: no inverno se pode esquiar no reconhecido Cerro Chapelco; e no verão, fazer trekking, rafting ou pesca com mosca.
O Caminho dos 7 Lagos
São 110 km. de lagos, mirantes naturais, rios e intermináveis atrativos que unem duas das vilas mais bonitas da Patagônia: San Martín de los Andes e Villa La Angostura. No percurso descobrem-se 7 ou mais espetaculares lagos: Lacar, Machónico, Falkner, Villarino, Escondido, Pichi Traful, Correntoso e Espejo, e se terminar em Villa La Angostura, soma-se o imenso Nahuel Huapi.
Aluminé
Este povoado de montanha possui um traçado irregular, com algumas ruas de terra muito elevadas, que lhe dão um ar pitoresco. Através de caminhadas, cavalgatas, em veículos ou bote podem ser descobertas as diferentes paisagens que vão a Ruca Choroi, Carri Lil, Lonco Luan, Pehuenia ou Moquehue. O Rio Aluminé oferece caudalosas águas para realizar rafting, caiaque e pesca no verão.
Junín de los Andes
É a porta de entrada ao Parque Nacional Lanín e o ponto de partida para quem quiser alcançar os 3.700 metros do famoso vulcão. É a capital da Truta, portanto muitos pescadores se concentram entre novembro e abril. E é a primeira cidade fundada em Neuquén e também oferece interessantes museus históricos.
Villa Pehuenia
Este lugar abre-se ao visitante como um centro turístico jovem, mas com segredos milenares encarnados nas araucárias. Os lagos Aluminé e Moquehue podem ser percorridos de botes, lanchas, canoas e caiaques para encontrar praias de areia branca e outros recantos. O vulcão Batea Mahuida, administrado pela comunidade mapuche oferece com o frio brancas pistas e paisagens apaixonantes e com sol.
Villa Traful
Caracteriza-se por sua beleza paisagística e sua natureza intacta pelo homem, rodeada de bosques de coihues e o sublime das formas da cordilheira Andino-Patagônica, conserva um estilo turístico que privilegiou a conservação da paisagem e o espírito montanhês. Está situado sobre o Parque Nacional Nahuel Huapi.
Turismo rural: rota do vinho
Neuquén conta com uma rota que combina os aromas e sabores desta terra, e soma-se uma apaixonante experiência paleontológica. Neste circuito pode-se apreciar a tradicional produção agropecuária de suas chácaras e industrial de suas adegas. As mais conhecidas: Fim do Mundo, Vale Perdido, Família Schroeder e NQN.
Turismo rural: rota do vinho
Termas
Há numerosas fontes termais. As mais importantes por seu desenvolvimento são as Termas de Copahue localizadas na Zona Turística Patagônia Termal. Também encontramos águas termais em Epulafquen ou Lahuen-Co situadas na zona dos lagos, e as termas do Domuyo ao norte da província, na área dos Vales e Vulcões.
Turismo aventura
Montanhismo, andinismo, trekking, rafting, caiaque, navegação, cavalgatas e mountain bike, os mágicos recantos da província podem ser descobertos de mil maneiras.
Comunidades Mapuche
Diversas comunidades mapuche habitam no território neuquino, especialmente na Patagônia de Los Lagos que, valorizando sua cosmovisão e costumes convidam o visitante a conhecer sua terra e compartilhar suas tradições. Comunidades como Chiuquilihuin, Painefilu, Curruhuinca, Vera, Puel, Catalán e Atreico permitem conhecer esta cultura ancestral em meio a paragens deslumbrantes.
FOTOGALERIA
Fuente: www.pt.argentina.ar
La Pampa, o coração do país
Suas míticas terras são parte inseparável da identidade local, associada à produção agropecuária e aos gaúchos. Além de tradição oferece amplas planícies para realizar avistagem de fauna e aprazíveis estâncias onde descansar.
Situada no exato centro geográfico da Argentina, divisa ao norte com as províncias de Córdoba e San Luis, ao noroeste com Mendoza, ao sudoeste com Neuquén, ao sul com a província de Río Negro e ao leste com Buenos Aires. Suas terras marcam o início da Patagônia.
Tem uma superfície de 143.440 km2, que representa 6% do total nacional e uma população de cerca de 300 mil habitantes. Sua capital é Santa Rosa, uma aprazível cidade que conta com 100 mil habitantes. Outras cidades destacadas da província são General Pico, General Acha e 25 de mayo.
Os amplos e ambientes naturais virgens, a variada flora e fauna além de paisagens insólitas permitem o desenvolvimento do turismo alternativo em todas as suas formas.
Sua situação central na geografia do país é estratégica: em um rádio de 700 km estão os maiores centros turísticos e povoados do país, com os quais está comunicada através de uma excelente rede de rotas e acesso aéreo com aeroportos domésticos e internacional de cargas com Zona Franca.
La Pampa conforma, geográfica e simbolicamente, um dos traços identitários mais fortes da Argentina: seu caráter agrícola, suas extensas e férteis terras, a vida gauchesca e o churrasco. Porém, quem a visitar não somente encontrará este cenário tradicional, mas será surpreendido por sua crescente oferta de turismo aventura, avistagem de faunas e aves, entardeceres relaxantes e quilômetros de planícies desertas.
GEOGRAFIA
A zona possui diferentes regiões geográficas ao longo de toda a sua extensão: serras, mesetas, planícies e vales.
O clima é mediterrâneo, portanto a amplidão térmica é marcada e oscilam entre 5º e uma máxima de 35º. As épocas mais atraentes são primavera e outono. Na primavera a paisagem flui e mostra o colorido das flores silvestres. E no outono, tinge-se de amarelos e de ocres.
HISTÓRIA
La Pampa é uma das províncias mais novas da Argentina, já que alcançou esse estado em 1952. Os primeiros povoadores foram grupos tehuelches cuja distribuição estendeu-se por grande parte da Patagônia.
Esta comunidade indígena, contudo não teve um domínio forte no território. Sua economia natural sustentou-se na caça de guanacos e choiques (emas) e a coleta de frutos silvestres. Deslocaram-se por uma geografia dilatada sem deixar traços perceptíveis.
Os ranqueles já eram reconhecidos em 1700. Eram agricultores - caçadores a cavalo e realizavam a troca com outras etnias. Seu contato com os tehuelchues e a semelhança lingüística com os mapuches os tornou um grupo heterogêneo.
O segundo período indígena tem seu apogeu entre 1834 e 1873, quando grupos de mapuches ou araucanos, provenientes do Chile realizaram a “araucanização” dos grupos autóctones. Mediante a incorporação do cavalo como meio de mobilidade, adentraram-se neste território. Já em convívio com os conquistadores europeus, sua economia começou a ser suficiente, também em intercâmbios com os novos habitantes.
Em 1879, as campanhas militares realizadas durante a Conquista do Deserto marcaram o ocaso do período indígena, uns combatidos até o extermínio e outros condenados à marginação e confinamento.
Em 1880 iniciou-se a primeira multidão populacional junto a habitantes de cidades vizinhas, somado a imigrantes espanhóis. Já no início do século XX começa a "época de ouro" da colonização agrária. Devido às leis nacionais de imigração, que passaram do sistema de colonização ao de arrendamento, La Pampa converteu-se em receptora de numerosos grupos de imigrantes que fugindo da fome, miséria e a perseguição ideológica e social aventuraram-se a conquistar novos horizontes.
Com a paulatina valorização das terras, as atividades extensivas referidas à economia pastoril foram convertendo-se em comerciais: criação de gado vacum, monocultivo de trigo, etc.
ECONOMIA
Como se destacou acima, é a terra dos cultivos e criação de gado por excelência. No nordeste, desenvolve-se fundamentalmente, devido à qualidade dos solos e chuvas, a produção agropecuária, onde se cultivam cereais, oleaginosas e forrageiras, destacando-se o cultivo de trigo, milho e girassol.
A criação de gado é a atividade que mais contribui para a economia provincial e está focalizada basicamente em vacuns.
A apicultura é uma atividade que teve um notável desenvolvimento nos últimos anos, assim como a mineração e a extração de hidrocarburos.
Por outro lado, o Governo de La Pampa, junto a uma empresa concessionária realiza o Pólo Industrial Zona Franca General Pico com o objetivo de beneficiar o estabelecimento de empresas e o comércio exterior. As companhias vêem favorecida sua produção e comércio através da implementação de diversos benefícios, como a isenção de impostos na nacionalização de bens de capital, vendas ao território alfandegário, encargos sociais e impostos provinciais, entre outros.
OS IMPERDÍVEIS
Parque Luro
É uma área protegida que conserva o Bosque de Calden em 7.600 hectares, entre as quais 1.600 estão destinadas à atividade turística e recreativa. É um lugar privilegiado para a avistagem de aves, javalis, cervos e pumas. Conta com um museu, piscina, camping, pousadas e trilhas para descobrir a natureza.
Parque Nacional Lihué Calel
O esplendor de vales, arroios, mananciais, fauna e flora são conservados neste parque. Destacam-se o Cerro da Sociedade Científica e o Vale das pinturas, uma mostra da arte rupestre tardio. Pode-se realizar treking, mountain bike, escaladas ou avistagem de fauna, ou simplesmente deixar-se levar pela energia e desfrutar das serras e da vida com todos os sentidos.
Turismo de estâncias
Estabelecimentos de produção agropecuária situados em paisagens de planícies, vales, cerros, dunas, lagunas e o inigualável e único bosque de calden fazem com que a estada seja uma experiência para repetir. Podem ser realizadas muitas atividades, desde coletar e arar, até aprender a dirigir uma charrete, cavalgar e saborear a gastronomia caseira com produtos do local.
Turismo de tradição
Para conhecer a tradição La Pampa é um ponto obrigatório. A produção artesanal é bem desenvolvida e refinada. A rede de associações tradicionalistas, onde ver festas gaúchas e destrezas crioulas, estende-se por toda a região. A comida é um dos traços culturais mais sobressalentes e aqui se experimentam os melhores churrascos a lenha e outros pratos típicos.
Turismo-aventura
La Pampa é considerado um dos melhores lugares do mundo para a prática do vôo à vela, com excelentes térmicas que possibilitam os vôos de distância e prolongados períodos no ar. Quem quiser percorrer a província por terra, há circuitos para aventurar-se de 4x4 ou a cavalo.
Caça e pesca
La Pampa é o paraíso da caça. Comprometida com os princípios conservacionistas e o uso sustentável da fauna silvestre, oferece múltiplas espécies como cervos colorados, javalis, búfalos ou antílopes, que somente são autorizados com limites, através de um plano de manejo. A pesca esportiva em rios e lagunas pode ser feita tanto desde o litoral como embarcado, seja com mosca ou spinning.
Fuente: www.pt.argentina.ar
Situada no exato centro geográfico da Argentina, divisa ao norte com as províncias de Córdoba e San Luis, ao noroeste com Mendoza, ao sudoeste com Neuquén, ao sul com a província de Río Negro e ao leste com Buenos Aires. Suas terras marcam o início da Patagônia.
Tem uma superfície de 143.440 km2, que representa 6% do total nacional e uma população de cerca de 300 mil habitantes. Sua capital é Santa Rosa, uma aprazível cidade que conta com 100 mil habitantes. Outras cidades destacadas da província são General Pico, General Acha e 25 de mayo.
Os amplos e ambientes naturais virgens, a variada flora e fauna além de paisagens insólitas permitem o desenvolvimento do turismo alternativo em todas as suas formas.
Sua situação central na geografia do país é estratégica: em um rádio de 700 km estão os maiores centros turísticos e povoados do país, com os quais está comunicada através de uma excelente rede de rotas e acesso aéreo com aeroportos domésticos e internacional de cargas com Zona Franca.
La Pampa conforma, geográfica e simbolicamente, um dos traços identitários mais fortes da Argentina: seu caráter agrícola, suas extensas e férteis terras, a vida gauchesca e o churrasco. Porém, quem a visitar não somente encontrará este cenário tradicional, mas será surpreendido por sua crescente oferta de turismo aventura, avistagem de faunas e aves, entardeceres relaxantes e quilômetros de planícies desertas.
GEOGRAFIA
A zona possui diferentes regiões geográficas ao longo de toda a sua extensão: serras, mesetas, planícies e vales.
O clima é mediterrâneo, portanto a amplidão térmica é marcada e oscilam entre 5º e uma máxima de 35º. As épocas mais atraentes são primavera e outono. Na primavera a paisagem flui e mostra o colorido das flores silvestres. E no outono, tinge-se de amarelos e de ocres.
HISTÓRIA
La Pampa é uma das províncias mais novas da Argentina, já que alcançou esse estado em 1952. Os primeiros povoadores foram grupos tehuelches cuja distribuição estendeu-se por grande parte da Patagônia.
Esta comunidade indígena, contudo não teve um domínio forte no território. Sua economia natural sustentou-se na caça de guanacos e choiques (emas) e a coleta de frutos silvestres. Deslocaram-se por uma geografia dilatada sem deixar traços perceptíveis.
Os ranqueles já eram reconhecidos em 1700. Eram agricultores - caçadores a cavalo e realizavam a troca com outras etnias. Seu contato com os tehuelchues e a semelhança lingüística com os mapuches os tornou um grupo heterogêneo.
O segundo período indígena tem seu apogeu entre 1834 e 1873, quando grupos de mapuches ou araucanos, provenientes do Chile realizaram a “araucanização” dos grupos autóctones. Mediante a incorporação do cavalo como meio de mobilidade, adentraram-se neste território. Já em convívio com os conquistadores europeus, sua economia começou a ser suficiente, também em intercâmbios com os novos habitantes.
Em 1879, as campanhas militares realizadas durante a Conquista do Deserto marcaram o ocaso do período indígena, uns combatidos até o extermínio e outros condenados à marginação e confinamento.
Em 1880 iniciou-se a primeira multidão populacional junto a habitantes de cidades vizinhas, somado a imigrantes espanhóis. Já no início do século XX começa a "época de ouro" da colonização agrária. Devido às leis nacionais de imigração, que passaram do sistema de colonização ao de arrendamento, La Pampa converteu-se em receptora de numerosos grupos de imigrantes que fugindo da fome, miséria e a perseguição ideológica e social aventuraram-se a conquistar novos horizontes.
Com a paulatina valorização das terras, as atividades extensivas referidas à economia pastoril foram convertendo-se em comerciais: criação de gado vacum, monocultivo de trigo, etc.
ECONOMIA
Como se destacou acima, é a terra dos cultivos e criação de gado por excelência. No nordeste, desenvolve-se fundamentalmente, devido à qualidade dos solos e chuvas, a produção agropecuária, onde se cultivam cereais, oleaginosas e forrageiras, destacando-se o cultivo de trigo, milho e girassol.
A criação de gado é a atividade que mais contribui para a economia provincial e está focalizada basicamente em vacuns.
A apicultura é uma atividade que teve um notável desenvolvimento nos últimos anos, assim como a mineração e a extração de hidrocarburos.
Por outro lado, o Governo de La Pampa, junto a uma empresa concessionária realiza o Pólo Industrial Zona Franca General Pico com o objetivo de beneficiar o estabelecimento de empresas e o comércio exterior. As companhias vêem favorecida sua produção e comércio através da implementação de diversos benefícios, como a isenção de impostos na nacionalização de bens de capital, vendas ao território alfandegário, encargos sociais e impostos provinciais, entre outros.
OS IMPERDÍVEIS
Parque Luro
É uma área protegida que conserva o Bosque de Calden em 7.600 hectares, entre as quais 1.600 estão destinadas à atividade turística e recreativa. É um lugar privilegiado para a avistagem de aves, javalis, cervos e pumas. Conta com um museu, piscina, camping, pousadas e trilhas para descobrir a natureza.
Parque Nacional Lihué Calel
O esplendor de vales, arroios, mananciais, fauna e flora são conservados neste parque. Destacam-se o Cerro da Sociedade Científica e o Vale das pinturas, uma mostra da arte rupestre tardio. Pode-se realizar treking, mountain bike, escaladas ou avistagem de fauna, ou simplesmente deixar-se levar pela energia e desfrutar das serras e da vida com todos os sentidos.
Turismo de estâncias
Estabelecimentos de produção agropecuária situados em paisagens de planícies, vales, cerros, dunas, lagunas e o inigualável e único bosque de calden fazem com que a estada seja uma experiência para repetir. Podem ser realizadas muitas atividades, desde coletar e arar, até aprender a dirigir uma charrete, cavalgar e saborear a gastronomia caseira com produtos do local.
Turismo de tradição
Para conhecer a tradição La Pampa é um ponto obrigatório. A produção artesanal é bem desenvolvida e refinada. A rede de associações tradicionalistas, onde ver festas gaúchas e destrezas crioulas, estende-se por toda a região. A comida é um dos traços culturais mais sobressalentes e aqui se experimentam os melhores churrascos a lenha e outros pratos típicos.
Turismo-aventura
La Pampa é considerado um dos melhores lugares do mundo para a prática do vôo à vela, com excelentes térmicas que possibilitam os vôos de distância e prolongados períodos no ar. Quem quiser percorrer a província por terra, há circuitos para aventurar-se de 4x4 ou a cavalo.
Caça e pesca
La Pampa é o paraíso da caça. Comprometida com os princípios conservacionistas e o uso sustentável da fauna silvestre, oferece múltiplas espécies como cervos colorados, javalis, búfalos ou antílopes, que somente são autorizados com limites, através de um plano de manejo. A pesca esportiva em rios e lagunas pode ser feita tanto desde o litoral como embarcado, seja com mosca ou spinning.
Fuente: www.pt.argentina.ar
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